segunda-feira, junho 25, 2012

ANO VII - Etapa 36

VOLTA A PORTUGAL'2012




ANO VII - Etapa 35

TODA A SORTE DO MUNDO PARA TI RUI...





(Equipa da Movistar para o Tour'2012)

quinta-feira, maio 03, 2012

ATÉ JÁ!...

.
Hoje passei o dia ali, para o Alto de Santo Amaro, em Lisboa, a fazer uma interminável bateria de novos testes... o tratamento em Santa Maria foi adiado até que surjam resultados destes testes e eu... espero.
Já sem stress, sem ângústia. Há-de ser o que... vier a ser.

Ok, amigos - e os outros também - vou ficar uns dias 'off-line'.
É preciso...
Soubesse eu o resultado final e acabava já com isto, mas vou esperar.

Para vos entreter, porque sei que adoram ler-me, deixo aqui os links para as duas últimas coisas que escrevi... salvo seja! Porque ainda penso tirar alguns 'escalpes'!

Fiquem bem e, isso não vos perdoaria jamais, não tenham pena de mim.



Já agora... cliquem aqui (são dois 'posts' diferentes!)



(**) (**)

quarta-feira, maio 02, 2012

ANO VII - Etapa 34

ATÉ SEMPRE GONÇALO!
TAMBÉM CONTIGO MORRI EU MAIS UM POUCO...


Porquê, Gonçalo? Porquê tu?

Ao longo de tantos anos, e todos perceberão isso, fazemos muitos Amigos mas, há sempre uns mais amigos que outros; as nossas Amizades, mesmo as mais sinceras, são sempre radiais e concêntricas. Um pequeno grupo mais próximo, depois outro, exterior a este, depois outro... e assim por diante até a última circunferência que, sem limite definido, alberga os conhecidos mas onde também moram amigos. A nossa relação nunca terá chegado a ser tão forte assim...

O Gonçalo esteve sempre naquele círculo mais pequeno, mais próximo; o dos Amigos-amigos, quase incondicionais... e por lá o guardei sempre, apesar do distanciamento físico que, pelo motivo que todos conhecem, começou a 'cavar-se' desde há quatro anos, mais coisa, menos coisa.

E estes Amigos-amigos-mesmo acabavam, por arrasto, trazer-me mais amigos. Familiares seus, por exemplo. O pai do Gonçalo, o sr. Júlio - passaram já tantos anos sem... notícias mas quero querer que ele ainda aí esteja - com quem, aqui, agora, partilho um forte abraço de solidariedade, nesta hora que é de dor para todos.



Ao Gonçalo - um Homem Bom, um profissional exemplar, um Amigo que levarei comigo, no meu coração - recordarei para sempre assim, como nesta foto que escolhi para pôr aqui. Alguém que assumia sempre as suas responsabilidades dentro dos vários grupos que representou e que não deixava para os outros aquilo que achava ser o seu dever: dar a cara ao vento... e levava aquele sorriso!. Foi sempre um líder e é assim que te recordarei.



Descansa em Paz Amigo.

quarta-feira, abril 25, 2012

EXTRA

ANO VII - Etapa 33

SE ATÉ ESTE O DIZ!...

Trinta e oito anos depois da nossa emblemártica 'Revolução dos Cravos' nos ter devolvido a Liberdade de decidir e de Pensar pela nossa própria cabeça - o mal é que se passaram mais de 30 anos até percebermos que não foram suficientes para muitos (e ainda há alguns, que eu posso apontar a dedo), que o não perceberam... o Dia de Hoje está tão distante daquilo em que, por breves meses acreditámos, que ainda ontem, dia 24, li no insuspeito 'Correio da Manhã? - página 26, em roda-tecto, mais ou menos 'escondido' - que o, hoje, general Pires Veloso, uma das principais figuras do contra-golpe de 25 de Novembro de 1995, na altura ainda coronel e chamado... e reconhecido como o 'Rei do Norte', líder assumido na luta contra os radicais [nessa altura, a palavra ainda não tinha sido inventada] obedientes a Otelo Saraiva de Carvalho.

Ora, há aqui umas semanas - não sou capaz de precisar, agora, mas fazendo as contas, mais de quatro passam a ser um mês, mais de oito... meses - Otelo defendeu publicamente que é precisa uma nova Revolução! Todos estão lembrados, não vou aqui repetir as suas palavras...

A sociedade portuguesa dividiu-se.
Chegou a correr no espaço net uma petição para levar, de novo, o Otelo à presença da justiça. A mesma que se esfalfa para livrar o Sócrates da prisão? Provavelmente.
Mas, ao mesmo tempo, houve quem lhe desse razão.

Estou a falar de Otelo Saraiva de Carvalho.
Primeiro, ídolo de TODOS. Incontestado e inconstestável logo após os acontecimentos que hoje deveríamos estar a comemorar;
depois, quando os políticos, como o inefável Mário Soares - a mais perversa figura da nossa História contemporânea - ou o esfingico Álvaro Cunhal (mil vezes mais inteligente e clarividente do que o 'bochechas', pelo que «o perigo de Portugal tornar-se a 'Cuba' da Europa» nunca lhe passou pela cabeça), ou ainda Francisco de Sá Carneiro - eu sei reconhecer o mérito a quem, honestamente 'se dá', mesmo sem concordar com as suas ideias, e ele não morreu por acaso...

Mas voltemos um pouco atrás, para concluir.
Na sua edição de ontem, o 'Correio da Manhã' - mesmo que discretamente - deu voz ao general Pires Veloso, um dos principais 'culpados' - mesmo a esta distância temporal não faço juízo de valores - pela queda em desgraça do Otelo.

E o que diz Pires Veloso?
Isto:



(cliquem na imagem para poder ler)

terça-feira, abril 24, 2012

ANO VII - Etapa 32

É PRECISO ACREDITAR!...

Pobres coitados dos que não imaginam sequer do que estou a falar...
Numa situação normal... teria pena de vó. Agora só consigo ter aquela 'raiva que se sente nos dentes'...

Não fizeram nada para justificar os riscos assumidos por poucos, que, mesmo sendo poucos, eram TODO UM POVO.

Todos vocês, e falo dos que têm menos de 35 anos, 'mamaram' na 'teta' de uma LIBERDADE recém conquistada.... Depois, a maioria, fincou-lhe o dente. Os 'filhos da Revolução' nada sabem dela... abominam-na, a maioria. Deviam ter a minha idade, ou mais cinco ou seis anos...

Há 38 anos, por esta hora, ultimavam-se os derradeiros preparativos para soprar para longe o cizentismo em que os vossos pais viviam. Ou escravos dos senhores da terra, no interior do País, ou, na mesma escravos, das cinco ou seis famílias que 'davam um melhor emprego', na Cintura Industrial de Lisboa, até pagavam melhores - muito melhores - ordenados, que depois 'recuperavam' de imediato numa súbita e liberalista 'politica' de oferecer [é uma maneira d dizer, claro] andares, imaginem, andares novinhos em folha - aos que ganhavam mais - isto enquanto avalanches de imigrantes deixavam o interior e vinha para os arredores de Lisboa, para os mesmíssimos 'bidonvilles' - famosos nos suburbios de Paris, e das grandes cidades alemãs, onde o portuga, anafalbeto, trabalhava 14 horas por dia pago a preço de escravo, ainda assim, MUITO MELHOR que no Barreiro, na Amadora, em Cabo Ruivo ou nos terminais de contentores do Poço do Bispo ou de Alcântara.

SIMMMMM... a 'cinco tostões' [vocês não sabem o que é...] reconstruiram a mesma França e e a mesma Alemanha que agora nos atiram para a valeta e, os mais 'corajosos', ainda nos dão uns valentes pontapés.

Há 38 anos, por esta hora, um grupo de miúdos - que não vampirizaram os pais para irem para a Faculdade, mesmo não tendo outro objectivo que não fosse o de se embebedarem no Bairro Alto, nas Docas ou na 24 de Julho (só para falar em Lisboa), de sexta a domingo, e, depois, 'comas alcoolócos à parte, ficarem a curtir a bezana de segunda sexta, só indo ao 'campus',- melhor, à cantina, porque a comida é paga pelo contribuite - dizia, há 38 anos, por esta hora, miúdos, muitos deles que só calçaram, pela primeira vez, sapatos na tropa, vieram por aí abaixo para fazer uma 'revolução', léxito que para eles também era totalmente desconhecido.


A eles, a todos eles, o meu eterno agradecimento, mesmo que hoje nos encontremos como estamos e alguns deles estejam do outro lado.

Post Scriptum
Eu sei perfeitamente que não foi na noite de 23 para 24 de Abril de 1974 que as coisas aconteceram!
Não me tomem por tolo.

Mas tinha que dividir este tema em duas partes.

Não, não sou do partido do '25 de Abril Sempre'!
Não tenho deus, não tenho partido, não tenho dono...
mas...

SEMPRE COM O 25 DE ABRIL.  

ANO VII - Etapa 31

SIMPÁTICO EM DE TODO INESPERADO (ATÉ PARA MIM)!...


terça-feira, abril 03, 2012

ANO VII - Etapa 30

ATÉ SEMPRE, EZEQUIEL!...
Senhor Ezequiel!

Meu Caro Amigo,
escrevo-lhe esta Carta com a maior das dores dor por saber que já não vou a tempo que o meu Amigo a lei-a.
A Vida é assim. Dizem!
A Vida...

'Sacudido' pela mensagem que me chegou ao telemóvel paralizei.
A Vida... é assim! Num instante vai-se sem que alguém [ou alguma coisa, na qual, peço-lhe desculpa, não acredito] nos pergunte se queremos, ou estamos preparados. E é sempre a mesma questão que me atormenta: Porque é que os Bons terão de partir primeiro?!

Sei que na sua imensa e desconcertante humildade se bateria na defesa de que não era melhor do que ninguém. Isso sempre fez de si um Homem diferente e, indissossiável disso, um Homem querido por toda a gente. E como não?

Conhecemo-nos há mais de 20 anos, a nossa amizade foi-se cimentando e, como sempre foi desinteressada, era genuína. O Ezequiel, aliás, não era Homem para ter amigos a 'fingir'. Eu sei disso. E lembro-me das muitas e longas conversas que tivemos. Segredos que guardarei em nome dessa amizade.

Calcorreámos milhares de quilómetros por essas estradas fora. Desde o 1.º Grande Prémio 'A Capital', em 1991, até... que interessa? Não será a morte física que nos separará. Quando muito, e porque não acredito em mais nada, até que eu me vá igualmente. Até lá, como se diz, "ninguém morre enquanto houver quem o recorde" a isso, meu Caríssimo Ezequiel, estou irredutivelmente comprometido. O Ezequiel há muito que faz parte do restrito grupo de Amigos - que foi minguando, confesso-o - que escusa de "fingir" que já cá não está. Claro que está! E estará sempre enquanto eu o recordar.
.
.
Como recordo aquele jantar - num GP Correio da Manhã - no Rossio ao Sul do Tejo (Abrantes)...
Como recordo aquela etapa de uma Volta ao Alentejo que fiz a seu lado, no Carro Vassoura, desde Valência de Alcântara, em Espanha, ao Alto da Pena, em Castelo de Vide onde chegámos quase duas horas depois do vencedor da etapa. (E aqueles moços espanhóis que não andavam!... E o almoço de sandes compradas à beira da estrada!)

E as Voltas a Portugal? Das 15 que eu fiz só me lembro de uma que o Ezequiel faltou. A 'máquina' pregou-lhe uma peça, mas logo, logo voltou para junto da Grande Família.

Do desgosto que sempre calou por ser preterido no Troféu Joaquim Agostinho àquela 'confissão' por alturas da passagem - muito especial, porque não está aberta ao trânsito comum - pelo paredão da luso-espanhola barragem de Cedillo [Volta ao Alentejo]...

«Sabes Manel quanto venho ganhar este ano? Pois digo-te: o dobro do que ganhei o ano passado; ora, se o ano passado não vim ganhar nada... faz tu as contas. Mas não estou a queixar-me. Eu até nem cobro o combustível que gasto. Arrangem-me uma caminha para dormir, almoçar não posso... venho pelo jantar, para estar juntos dos amigos.»

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Conheci largas dezenas de pessoas - estiquemos até às centenas - durante os 15 anos que andei na estrada. Nenhuma como o Joaquim Ezequiel.

Há anos que a saúde - a falta dela - ameaçava que, mais dia, menos dia, mais ano, menos ano, a morte no-lo havia de roubar, mas ele foi resistindo e ensinando-nos a resistir. Com a bonomia e com um espírito de juventude interior - que nada tem a ver com a idade - que muitos, com um terço da idade dele jamais saberão demonstrar, soube ser feliz.

Há já alguns anos - 'mea culpa' - que não falávamos.
Desde que que fui 'cuspido' do Ciclismo por egozinhos medíocres, que nunca deixaram de o ser... mesmo vendo a sua vontade cumprida.
Não chegou para que a minha Amizade pelo Senhor Ezequiel fosse 'mordiscada'.

Nem mesmo depois, quando egos ainda maiores tudo fizeram para me manter afastado da Minha Família [mas falharam redundamente na sua OBRIGAÇÃO de dar esta notícia].

Família que, para que conste, não era, nunca foi, a dos doutores mas as dos Homens simples.
Como o Joaquim Ezequiel.

Amigo, não choro a sua partida porque sei que prefere assim.
Agarro-me à sua memória.
À memória de uma Família que já não existe - pelo menos por cá - e espero que... esperem por mim. Onde quer que estejam!

Até breve e um Abraço apertado.

ANO VII - Etapa 29



ANO VII - Etapa 28



terça-feira, março 13, 2012

ANO VII - Etapa 27

ORA ENTÃO, DEIXA CÁ VER...

A Efapel-Glassdrive, equipa comandada por Carlos Pereira, convida-nos para na próxima quinta-feira, dia dia 15, aparecermos por Gaia para testemunharmos a contratação de um novo reforço, nome conhecido, com provas dadas e com o qual a equipa vai tentar vencer a Volta a Portugal.

Devo avisar que nem nas 'raspadinhas' tenho sorte mas... deixem-me apostar:

É galego; o seu nome começa por D...; e já ganhou quatro Voltas a Portugal!
Acertei? Fico contente por me sair 'blanco'. :-)

Boa sorte e muitos êxitos.

segunda-feira, março 12, 2012

ANO VII - Etapa 26






São estes os percursos das quatro etapas da 30.ª Volta ao Alentejo em Bicicleta.

domingo, março 11, 2012

ANO VII - Etapa 25

A 30.ª EDIÇÃO DA 'ALENTEJANA'
ESTÁ PRONTA PARA IR PARA A ESTRADA

Foi o escritor estadunidense Mark Twain que, deparando-se com a notícia da sua morte, e os 'pormenores' da cerimónia fúnebre subsequente, num jornal local, escreveu ao director do dito jornal, mais ou menos isto (cito de memória):

«Agradeço a deferência e os elogios, gostei muito da forma como foi redigida mas... a notícia da minha morte estava um tudinho nada exagerada!»

Parece humor Alentejano!

Apressada e quase podendo sentir-se o gáudio com que foi escrita, a "morte" da Volta ao Alentejo foi-nos, obviamente de forma um nadinha exagerada, "anunciada" há alguns meses, aquando da revelação, em primeira mão [a FPC, justiça lhe seja feita, sabe pagar os 'favores' e, por isso era o único - mesmo que à custa da subtracção de um corredor na Selecção Nacional], o escriba presente no local (os Mundiais de Estrada) onde o Calendário é apresentado, emotivo, 'garantia':

«A Volta ao Alentejo desaparece do Calendário Nacional.»
Uma vez mais, cito de memória, podem não ter sido estas as palavras.

E, sempre recorrendo à minha memória, logo eu escrevi uma Etapa, aqui, no VeloLuso, oferecendo-me para, se fosse preciso sair de porta em porta a pedir dinheiro para que a NOSSA CORRIDA (não de todos e isso é óbvio desde há já alguns anos, mas de uma, ainda maioria) não desaparecesse assim.

Poucos minutos depois de a mensagem ter sido editada, o Teixeira Correia respondeu-me dizendo que a Volta ao Alentejo «não ia acabar».
Poucas horas depois, por telefone, o Joaquim Gomes garantia-me que, independentemente dos custos, a 'Alentejana' estaria na estrada, só não sabia - na altura, ainda como o fazer; mas garantiu-mo.
Dois grandes amigos meus.

Mas é evidente que não foi por mim que, cada um à sua maneira, e devo aqui acrescentar o Eng. Alfredo Barroso e todos os outros que se empenharam a fundo na manutenção da nossa corrida na estrada, que se deram a esse trabalho.
Foi porque reconhecem o quão importante é manter a 'Alentejana' na estrada.
Agradeço a todos.

Pois é.
A 'Alentejana' NÃO MORREU.
Não morrerá apesar do desinteresse de muitos, a indiferença e outros tantos e do ressabiamento de três ou quatro que nem conseguem esconder o quanto vibrariam com, já nem digo a 'morte', mas com uma interrupção da corrida, nem que fosse só por uma temporada.

São uns frustrados. Interiorizaram - sem razão válida - que sem eles a Volta ao Alentejo não sobreviria. Inventaram que, só graças a eles a Corrida cresceu, se internacionalizou, trouxe até nós algumas das maiores figuras do Ciclismo Mundial, àquela data, e estão mesmo convencidos que foram eles quem o conseguiu.

Numa primeira fase da prova, mesmo que isso não tenha sido real, como eram, mais ou menos - era assim naquela altura - figuras reconhecidas pelo público, quiseram disso tirar dividendos. Até que um dia, mais ou menos amadora, com mais ou menos falhas, a Volta ao Alentejo encontrou uma direcção - encabeçada pelo eng. Alfredo Barroso, e o Armando Oliveira e mais quatro ou cinco - e tiveram a coragem de traçar um risco no chão e dizer:
«Daqui não passas!»
A partir daí foi só fel o que debitou.

A propósito, e confesso desde já a minha ignorância, onde fica a Serra de São João, no Alentejo? Sim, essa que, tal como a Serra de São Mamede, ficaram ignobilmente de fora do traçado desta edição da 'Alentejana'. Eu li-o e publico-o aqui se for preciso.

Começar uma prova de quatro dias a subir São Mamede? Com estas equipinhas que temos?
Não... inverter a ordem das etapas...
ELE é que sabe.
ELE é que é Jeová destas coisas do Ciclismo.



MAS VAMOS À 30.ª EDIÇÃO DA VOLTA AO ALENTEJO...


Assim, temos...

1.ª etapa - 5.ª feira, 22 de Março


CASTELO DE VIDE-REDONDO, 165,8 km


artida: 11.30 horas - Chegada prevista: 15.30 horas


Metas Volantes

Fronteira (km 55,7 /passagem cerca das 12.50 h)

Redondo * (km 110,7 / 14.10 h)

Bencatel (km 124,8 /14.30 h)

(*) - primeira passagem pela meta

Montanha

Serra d'Ossa.1 (3.ª Cat./km 99 / 13.55h)

Serra d'Ossa.2 (3.ª / km 154,2 / 15.15 h)




2.ª etapa - 6.ª feira, 23 de Março

PORTEL-SANTIAGO DO CACÉM, 191,3 km

Partida: 11.15 horas - Chegada prevista: 16.05 horas

Metas Volantes

Viana do Alentejo (km 27,3 / 12.10 h)

Alcácer do Sal (km 78,9 /13.25 h)

Deixa-o-Resto (km 143,4 / 14.55 h)

Montanha

Santiago do Cacém (3.ª / km 153,2 / 15.10 h)


3.ª etapa - Sábado, 24 de Março

ODEMIRA-OURIQUE, 168,6 km

Partida: 11.20 horas - Chegada prevista: 15.30 horas

Metas Volantes

Sonega (km 31,5 / 12.15 h)

Sines (km 59,2 / 12.55 h)

Castro Verde (km 152,3 / 15.10)




4.ª etapa - Domingo, 25 de Março

MÉRTOLA-GRÂNDOLA, 151 km

Partida: 11.20 horas - Chegada prevista: 15.00 horas

Metas Volantes

Santa Vitória (km 57,7 / 12.55 h)

Canhestros (km 87,7 / 13.35 h)

Grândola * (km 123,7 /14.30 h)

(*) - primeira passagem pela meta

Montanha

Serra de Grândola (3.ª / km 132,7 /14,45 h)

terça-feira, março 06, 2012

ANO VII - Etapa 24

ELA AÍ ESTÁ DE NOVO

(foi prematuro o anúncio da sua 'morte')

.


sábado, março 03, 2012

ANO VII - Etapa 23

'CARTA ABERTA' AO MEU AMIGO
MIGUEL CARDOSO PEREIRA

Caro Miguel,
a propósito da tua Coluna de Opinião, publicada hoje, Sábado, dia 3 de Março de 2012.

Vá lá saber-se porquê - sabe-lo-às tu? -, num imenso universo de temas que poderias ter chamado ao teu 'Bairro Alto fora de horas', que no princípio, quando 'ganhaste' essa coluna, fazias questão que eu lesse antes de a publicar, lembras-te?... Sem, apesar de eu me manter fidelmente [com fiabilidade] informado de tudo o que gravita à volta da minha modalidade preferida, o Ciclismo, ter detectado nas últimas semanas qualquer problema extra-desportivo, apareces tu, sem o fundamentares de forma séria, falar de... doping.

De doping não!
Do doping no Ciclismo.
Porquê?
Foste atropelado por algum andador de bicicleta?
Alguém ciclomovido te atropelou o cachorro... bateu no teu carro?
O que é que te terá motivado?


De uma coisa tenho a certeza, não estavas minímamente inspirado.


Tinhas um jogo [de futebol - onde não há doping, claro, e malditos sejam aqueles que ousam recordar-se de casos como o que deixou Veloso fora do Mundial do México (mas aqui a história foi maliciosamente deturpada com o conluiu dos... Jornalistas Desportivos), ou do Abel Xavier, ou daqueles que, por pudor, todos os anos são anunciados... em Breves, sem que alguém se atreva a abrir uma página com o assunto]...


... recomeço, para que se não perca a linha de pensamento.


Tinhas um jogo de futebol que te preenchia a cabeça.


Solução... falar do doping no Ciclismo.


Afinal, e gostava que nos indicasses onde recolheste essa informação, o Anquetil, que venceu o Tour ainda tu não eras nascido - e quando ninguém falava de doping - e que morreu ainda tu não sabias ler... segundo a tua crónica, confessou «uso de substâncias proíbidas».


Quando ainda não havia uma lista de substâncias proíbidas!


Tal como o fizeram Aimar - sabes quantos aficionados sabem que este homem venceu o Tour em 1966? Aposta abaixo do um por cento e ainda assim, com muitos zeros a seguir à vírgula, se não quiseres perder por muitos. Onde o foste desencantar? E depois somas-lhes o Merckx, o Thévenet, o Zoetmelk, o Fignon... tirando o belga, mas esse é uma 'vaca sagrada', nunca li que nenhum dos outros tenham «confessado uso de substancias proíbidas».


Não estou a dizer que o não tenham feito...


E continuas, mas...


... 'Perico' Delgado (jamais o disse), Miguel Induraín (jamais o disse), Riis e Ullrich (disseram-no), Pantani (jamais o disse e morreu vítima de uma droga social, que em nada, antes pelo contrário, o poderia ter ajudado a ser melhor do que ele já era como atleta), Armstrong (nem disse nem jamais irá dizer...), Landis (disse? não! este foi apanhado) e a estória do Contador... sejamos um bocadinho inteligentes.


Pelo meio esqueceste-te de Coppi, Koblet, Bobet, Hinault, Fignon, Lemond... e, sei lá onde foste beber a informação, de Bahamontes, o primeiro espanhol a vencer o Tour (1959)... logo, 'suspeito'!


E tudo isto se encaixa no primeiro parágrafo da tua sinistra crónica.


O segundo parágrafo, esse é de todo mal nascido.


Escreves, Miguel, e cito: «Dir-se-à [aonde?] que o Ciclismo, particularmente [e o contraponto genérico?] é a mais humana das corridas...», fim de citação!


A mais humana das corridas? Em comparação com quais outras?


A descida, a pé e de costas, da arriba do Portinho da Arrábida? Do Cabo da Roca? A corrida em pés nús e sobre as águas do mar entre o porto de Peniche e a Berlenga?


Mas que modalidade consegue ser mais desumana que o Ciclismo? E tu tens a obrigação de o saber...


Olha que desumano foi para o pobrezinho do James Rodriguez ter jogado em Miami 48 horas antes de ter entrado no relvado da Luz; que desumano foi o longo voo, a dormir numa confortável classe executiva, e tão cansadinho que se mostrou...


Ou estaria DOPADO?!!! [que lhe deram uns comprimidos... para dormir? Isso até a Nossa A BOLA escreveu.


Tu fizeste, pelo menos, uma Volta a Portugal, comigo. E a Volta a Portugal... comparada com Giro, Vuelta e Tour... Pois!


Mas tu espalhas-te ao comprido - eu compreendo que haja dias maus, e a cafeína faz-nos sentir... grandes! - e confundes com «uma modalidade tão humana que se super-humanizou».


Que modalidade humana


Que leste tu, que sabes tu sobre Ciclismo? Com quem falaste que saiba?


Sabes que havia serventes de pedreiro, trolhas, trabalhadores agrícolas que se inscreviam na Volta a Portugal só porque, assim, tinham direito a uma refeição quente por dia? Nem que fosse só até enquanto aguentassem? Que sabes tu da História do Ciclismo?


Nada! Ficou evidente!


E depois, a quem de Ciclismo nada percebe, lá aparece, ciclicamente, aquela 'comichão' nos dedos para escrever sobre 'doping'. E conseguem ser tão naïf que me comovem. A sério.


Primeiro, tal como enquanto no Vosso querido Futebol não conseguirem introduzir as tecnologias necessárias - e deviam bater-se por eles TODOS os dias porque são vocês sempre os visados, mesmo que se fale dos árbitros [o que os 'prejudicados' querem mesmo é ler nos jornais que ELES TÊM RAZÃO] - ... caramba, ou são todos tontos, ou o lugar de Director, para mim já é pouco - também no Ciclimo urge definir o que é, ou não 'doping'. Não é esta lista de trezentos e não sei quantos produtos... dos quais, e já inflacionados, oito em dez não têm qualquer espécie de influência nos resultados desportivos.


Injectem-me hormonas de crescimento, ponham-me em cima de uma bicicleta e vão ver se eu consigo ganhar alguma corrida...


E escreves tu, Miguel, quase no fim, isto: «Certo é que a referida super-humanidade [conceito teu] no Ciclismo faliu. O Homem já não chega e começa a transformar-se em máquina...»


Define-me - e vou chamar aqui o futebol - o que é, afinal de contas, o Leonel Messi? E o Cristiano Ronaldo? Máquinas, é o que são, programadas de forma, digo-to eu, desumana! Mas fá-lo tu, por favor...


E acabas a tua crónica, sempre a referires-te ao doping escrevendo: «admitir aquilo que os humanos costumam ter: um vício».


Claro que há vício e vicios. Uns perfeitamente aceites pela sociedade, outros que rebaixam os seus praticantes à quase condição de pária. Por exemplo, por insistirem em fumar um cigarro. Inaceitável!


...


Agora voltemos ao 'Rei' Futebol...


No mesmo dia em que nos ofereceste aquela crónica sem pés nem cabeça, escrevendo do que não sabes só para encher a coluna que deves ter consciência disso, tendo em conta que há nomes bem maiores que o teu na redacção que nem são considerados porque são desalinhados, tu consegues, enquanto analizador das prestações individuais do clássico de sexta-feira considerar como melhor em campo um tipo que, ao marcar um golo em claro fora-de-jogo [e se no campo o não viram, eu sei que têm uma equipa de rectaguarda que vos informa daquilo que a televisão mostra e remostra, e eu vi...] disvirtualiza, não só o resultado deste jogo, em concreto, como o do campeonato.


Lembro-me de um dia, há seis anos, depois do meu regresso após longa paragem por doença, o nosso Chefe-de-redacção, então o Alex, en passant, me ter perguntado se não queria ir fazer um jogo de futebol, começamdo por fazer a análise à prestação dos jogadores de cada uma das equipas. Sabes o que lhe respondi? Que, embora pouco interessado, iria sim senhor, se ele fizesse questão, salvaguardando, contudo, uma questão - eu já era Jornalista quanto tu e ele andavam ainda no primeiro ciclo da escolaridade obrigatória - daria um redondo ZERO a todo(s) os fiteiros que eu detectasse que - e isso é tão valorizado nas crónicas e nas apreciações individuais que vocês fazem, para vergonha vossa, claro - 'cavassem' uma falta fora ou dentro da área (penalti, neste caso) e a todo e qualquer um que eu detectasse que fingiam ser alvo de falta, só para 'castigarem' um companheiro de profissão levando o árbitro a mostrar-lhes um cartão.


E toda a gente sabe que os Jornalistas escalados para a cobertura de um jogo, não escrevem nada sem o devido 'apoio na rectaguarda' da outra metade da equipa que fica na redacção a ver o jogo na televisão... uma, duas, três repetições (para além do facto de estarem a gravar o jogo e poderem voltar ao lance as vezes que quiserem).


O mesmo que nós, em casa! Quererem depois fazer de nós parvos, isso é inaceitável. Na nossa e qualquer outra profissão que seja!


O Maicon NÃO TEVE CULPA NENHUMA de o fiscal-de-linha não ter assinalado a infracção que cometeu e, da qual, redundou um resultado de uma partida de futebol completamente desvirtuado.


Os 'jornalistas' que, se não viram, foran, informados disso não o podem ignorar.


'Melhor em Campo' para quem resolveu uma partida... certo! Para quem a resolveu de maneira contrária às regras, nem que tivesse sido o único dos 26 em campo a ter jogado a bola... isso não aceito.


Como não aceito os teus julgamentos sumários - ainda por cima insustentáveis - de quem é, ou não dopodo no Ciclismo, do qual o mais que sabes é a quantidade de grades de cerveja que os 'acampadores' na Senhora da Graça bebem nos três dias que lá estão...


E a parte que, aqui, porque este espaço é público e eu não tenho o direito de fazer juizos de valor em relação à tua pessoa, por isso a cortei, não deixa, contudo, de pesar.


Sem jamais duvidar das tuas capacidades. Mas não sou cego!... Nem surdo.


Nem mudo!



Como poderia eu levar a sério a pseudo coluna de opinião?

domingo, fevereiro 12, 2012

ANO VII - Etapa 22

EM CASO DE DÚVIDA... PROCURA-SE DESFAZÊ-LA!

A Equipa de Tavira conseguiu, para esta temporada, um novo patrocinador. E todos os Comunicados Oficiais - os que deveriam ser tido em conta - desde o príncípio o identificaram como a CARMIM (já vão ver...)

O curioso é que, nos primeiros dias TODA a gente 'resolveu' rebaptizar a Adega Cooperativa de Reguengos de Monsaraz.

Carmin!, escrevia, e ainda hoje no tal 'generalista especializado em desporto' um jornalista da terra - Tavira - insistiu no CARMIN [ou as 'cabecinhas pensadoras' na Rua José Maria Nicolau acharam que sabiam da missa mais que o padre]; também aconteceu em A BOLA e o erro se manteve durante mais alguns dias depois de eu lhes ter mostrado como era.

Finalmente, consegui uma imagem que sustenta o que sempre disse.

Que TODOS estavam errados - O JOGO continua a estar errado.

Não vou gartar mais o meu 'latim'...
Mas, quando tiverem dúvidas, perguntem!


.

E a sílaba tónica é a segunda, logo, não se deve - aliás, não se pode mesmo - dizer cÁrmim, mas sim Carmim.

ANO VII - Etapa 21

SAMUEL CALDEIRA (CARMIM-PRIO-TAVIRA)
VENCE PROVA DE ABERTURA HOJE DISPUTADA
.

ANO VII - Etapa 20

TODA A GENTE SABE O MEU E-MAIL!
SÓ DUAS EQUIPAS ME ENVIARAM DADOS

(Estavam à espera de 'resmas' de páginas nos Jornais?
Só a Onda e, por coincidência, n'O JOGO, teve espaço decente.
Não pagaram deslocações, conbustível, jantar e alojamento
ao 'especialista'? Então o que é que queriam?!!!...)



Esta é a EFAPEL-GLASSDRIVE, do Carlos Pereira...



... e esta a CARMIM-PRIO-TAVIRA