quinta-feira, agosto 16, 2012

ANO VII - Etapa 47

POLICIAMENTO
GOVERNO APROVOU NOVA LEGISLAÇÃO

O Governo aprovou hoje um diploma que define o regime de policiamento de espetáculos desportivos e de satisfação dos encargos com o policiamento de espetáculos desportivos em geral. Recorde-se que a Associação de Ciclismo do Minho tem desenvolvido inúmeras diligências com vista à resolução do problema do policiamento de atividades desportivas realizadas na via pública que, por não serem praticadas em “recintos desportivos”, não tem direito à ajuda financeira do Estado para o policiamento.

De acordo com o comunicado do Conselho de Ministros, "com este diploma ficam definidas as regras relativas ao policiamento dos espetáculos desportivos, a responsabilidade dos promotores e a comparticipação do Estado nos encargos com o policiamento".

Segundo a Associação de Ciclismo do Minho (ACM) "a nova legislação poderá traduzir uma evolução muito significativa em relação à legislação vigente se a satisfação dos encargos com o policiamento de espetáculos desportivos em geral englobar de fato o policiamento das modalidades desportivas que decorrem na via pública".

"Este Governo", prossegue a ACM, "manifestou-se sempre sensível ao problema do policiamento das atividades desportivas realizadas na via pública. Após as audiências que tivemos com os senhores Ministro da Administração Interna e Secretário de Estado do Desporto e Juventude foi criado um grupo de trabalho conjunto para se encontrar uma solução".

"Estamos muito satisfeitos mas ainda será necessário apreciar pormenorizadamente a nova legislação. Foram muitos anos a lutar por esta causa do policiamento, que ameaça seriamente o ciclismo amador, sendo óbvio que nos congratulamos com este progresso e não esquecemos quem contribuiu para a resolução do assunto.

Recorde-se que em 2004, na sequência de uma queixa da Associação de Ciclismo do Minho, o Provedor de Justiça recomendou ao Governo a alteração da legislação do policiamento de atividades desportivas, de forma a incluir o ciclismo no regime vigente do policiamento e da comparticipação do Estado nos encargos.

Em maio de 2010, o Ministério da Administração Interna, em resposta a um requerimento apresentado por deputados do CDS-PP, considerou o assunto "pertinente", assim como o Parlamento Europeu emitiu uma Resolução, no dia 8 de maio de 2008, relativa ao Livro Branco sobre o desporto, em que sublinha no artigo 86º “a necessidade de garantir que o Estado assuma os encargos com a segurança das competições não profissionais organizadas por entidades sem fins lucrativos”.

O próprio Instituto do Desporto de Portugal (IDP) - no âmbito das diligências da ACM - reconheceu a existência de um vazio legal que impede o ciclismo de aceder à compartição do Estado com os custos do policiamento de atividades desportivas realizadas na via pública (parecer nº 196/GJA/2009).

A par do alargamento ao ciclismo da comparticipação atribuída às restantes modalidades, a ACM reclama a "implementação de um regime específico" de "financiamento integral do policiamento de atividades desportivas federadas que envolvam as seleções nacionais ou realizadas no quadro dos campeonatos nacionais e regionais de escalões etários inferiores ao do escalão sénior", atento o facto de, “para além de outras especificidades, nas suas provas o policiamento não ser facultativo mas sim obrigatório”.

A REIVINDICAÇÃO

A legislação em vigor prevê a participação do Estado nos encargos com o policiamento de atividades desportivas realizadas no interior dos recintos desportivos, entendidos como “espaço criado exclusivamente para a prática do desporto, com carácter fixo e com estruturas de construção que lhe garantam essa afetação e funcionalidade, dotado de lugares permanentes e reservados a assistentes, sob controlo de entrada”. Essa participação nos encargos é feita através dos resultados da exploração dos jogos sociais.

Além de não existirem alternativas viáveis à realização de provas de ciclismo de estrada fora da via pública, o policiamento destas atividades é imprescindível, tanto por questões de segurança dos praticantes, como por questões de ordenação da circulação.

A requisição policial por parte dos organizadores de provas de ciclismo não é voluntária, ao contrário dos desportos praticados em “recintos desportivos” em que “a requisição da força policial é efetuada, sempre que considerada necessária, pelos organizadores dos espetáculos desportivos”.

Acresce que o policiamento de atividades desportivas realizadas na via pública apenas pode ser assegurada por entidades Estatais (GNR e PSP) - estando assim vedada a possibilidade de recurso a serviços de entidades privadas – e que o valor cobrado pela prestação do serviço de policiamento varia em função do critério de cada destacamento, nomeadamente quanto ao número de agentes, patente e meios a afetar;

Por discriminar o ciclismo e considerando as suas especificidades, é reivindicada uma alteração ao Decreto-Lei nº 238/92 que contemple o seguinte:

• Inclusão da modalidade ciclismo no regime de policiamento dos espetáculos desportivos e da comparticipação do Estado;

• Implementação de um regime específico para o ciclismo (atento o facto de, para além de outras especificidades, nas suas provas o policiamento não ser facultativo mas sim obrigatório) de financiamento integral do policiamento de atividades desportivas federadas que envolvam as seleções nacionais ou realizadas no quadro dos campeonatos nacionais e regionais de escalões etários inferiores ao do escalão sénior;

• Uniformização dos critérios da prestação dos serviços de policiamento pela PSP e pela GNR, no que concerne ao destacamento e à fixação do preço;



(fonte: Associação de Ciclismo do Minho)

segunda-feira, agosto 13, 2012

ANO VII - Etapa 46

MAS ISSO JÁ EU DISSE HÁ DOIS ANOS E MEIO...

(Em resposta ao comentário postado na 44.ª Etapa pelo Paulão. Que saudades já tinha de ti meu caro Paulo Sousa! Mas a verdade, nua e crua... e sofrida, é que, desde há muitos meses que eu já não sei, nem quantos, nem quais os 'amigos' que desertaram... incluindo aqueles em nome dos quais me expus totalmente, ao ponto de ter sido... completamente reduzido a cinzas.)

Pois, grande Paulo, em aditamento ao teu comentário, relembro...


Terça-feira, Fevereiro 09, 2010

ANO V - Etapa 28
DIVAGAÇÕES


(Antes de mais, os meus pedidos de desculpa aos leitores habituais do VeloLuso. Anunciei que estava de volta, pareceu que estava de volta mas... depois eclipsei-me outra vez. Os motivos são de foro muito pessoal...)

... também não advogo o 'enterrar a cabeça na areia' e fingir que nada se passas mas, se há quem pague o anunciado Congresso Internacional, mesmo que numa situação de estreita ligação com a FPC, porque é que não se aproveita - e o presidente da FPC até é vice-presidente do Comité Olímpico de Portugal e putativo sucessor de Vicente de Moura na sua presidência…

Publicada por em

Link para o artigo completo: http://veloluso.blogspot.pt/2010/02/ano-v-etapa-28.html

quinta-feira, agosto 09, 2012

ANO VII - Etapa 45

'QUO VADIS' JORNALISMO?

O inefável Sócrates não descansou enquanto não calou a Manuela Moura Guedes e, por outro lado, 'amansou' os 'jornalistas' do caso-Freeport, mesmo lá de longe, de Paris.
O inqualificado Relvas 'despediu' uma jornalista do Público...

E estes? Quem os manipula, comanda, domina?

Leio pungente 'entrevista' (porque não é assinada?) com o presidente da Assembleia-geral do Sporting Clube de Portugal...

«Esta minha primeira experiência no dirigismo desportivo não me trouxe muita felicidade. Isto sem emoção não se vai lá. Para já não me sinto aproveitado. Se dar apoio é estar calado não é brilhante. Se chegar à conclusão que devo recuperar a liberdade perdida...», sugeriu Eduardo Barroso, que não poupou críticas à forma como o clube está a ser gerido.

«Nem tudo correu bem até agora, os dois vice-presidentes que saíram, a forma como as coisas foram estruturadas e agora quero ver como isto vai correr nos primeiros dois meses do campeonato. O Sporting é um grande clube, não tem donos. É preciso explicar tudo às pessoas. A informação e transparência geram tranquilidade», prosseguiu.

De forma surpreendente afirmou: «Sá Pinto é uma pessoa que estimo e tem o meu total apoio. Em relação ao presidente da assembleia geral do Sporting [o próprio Eduardo Barroso] esperava que ele tivesse... não sei. Não tivesse nada. Continuem assim que estão muito bem.»

O dirigente mostrou-se «muito desiludido» com a transferência de Matías Fernandez para a Fiorentina.

«Se calhar, é um ato de gestão brilhante, se não me explicarem eu posso não achar que seja. É preciso explicar aos sócios», disse, sublinhando que, apesar de apoiar o presidente Godinho Lopes, só o futuro ajudará a clarificar posições.

A questão que deixo no ar, e a única que me preocupa, é porque raio o 'jornalista' - se é que houve jornalista metido nisto e não foi mais um daqueles 'recados a cobrar favores' - não foi capaz de acarear o dr. Eduardo Barroso com esta... 'sinistra' realidade: ele foi eleito - ainda por cima por uma lista que não a que elegeu a Direcção do clube - para ser presidente da Assembleia-geral.

O poder executivo, esse, vem em todas as sebentas, pertence à Direcção tão legitimamente eleita o quanto o foi o senhor presidente da Assembleia-geral.

Pergunta única: Acha-se o dr. Eduardo Barroso com direito de interferir, directamente, com a gestão do Órgão Executivo, que aceitou, tanto que aceitou tomar posse no todo que são os órgãos Sociais do Clube? E ao abrigo de que artigo, parágrafo e alínea dos Estatutos do Clube?

Porque é que o jornalista a não fez?

ANO VII - Etapa 44

... E AINDA NINGUÉM O DEMITIU?!!!




«Se queremos 10 ou 11 medalhas, há muitos atletas africanos que querem vir para a Europa»

Há quatro anos 'demitiu-se', ainda em Pequim, quando viu a coisa 'preta' e que o risco de voltar sem nenhuma medalha era bem real; depois a Vanessa Fernandes e o Nélson Évora subiram ao pódio e ele voltou atrás, aliás, passou a ser a figura que mais vezes aparecia nas reportagens televisivas [qual 'emplastro'].

Este ano começou... 'bem', afirmando que não esperassem grande coisa destes atletas - que serão as respectivas federações a escolher, mas escolha que, manda a lógica, terá que passar pelo 'crivo' do COP - e os pobres rapazes e raparigas lá demandaram Londres com o enorme peso sobre os ombros de saberem que o Velho não dava um 'chavo' por eles.

A mim fez-me soar uma campaínha nos ouvidos. O 'supremo comandante das nossas tropas' parecia estar a preparar-se [pelo menos 'cheirou' a aviso] para fugir com o cú à seringa. Em caso de 'catástrofe' (*), ele bem tinha avisado...

E passou uma semana e meia. E as coisas não correram realmente bem. E da figura... nem sombra. Nem mesmo quando uma luso-brasileira - que terá que ter contado com o 'amém' do COP para, de repente, ser 'portuguesa' tirando lugar a outra atleta... no espaço de dez dias ter ficado grávida de 12 semanas (!), ok, dormia todas as noites com o marido, mas parece-me que a Natureza não funciona assim... se ter 'esfumado'.
Foi o Chefe da delegação lusa a dar a cara.

Mas, héllas!, então não é que numa modalidade, daquelas que está na prateleira que... são para fazer número, conquista uma medalha de prata?

E quem é que surge logo em todas as fotos? Pois!

Mas como devia estar a aproveitar a estadia - paga por todos nós - em Londres para fazer as compras, e porque deixou os embrulhos nas lojas para chegar a tempo para as ditas cujas fotografias, como terá que ter voltado atrás para recolher os embrulhos, levou 24 horas a aproveitar todos aqueles microfones, gravadores, telemóveis que gravam, tiram fotos, filmam - e alguns deles até servem para fazer chamadas - para se auto-impôr como... principal figura da Delegação. Para quê? Para dizer aquela enormidade que está lá atrás.

O Povo trabalhador português paga couro e cabelo para, com os seus impostos, alimentar uma instituição decrépita, ultrapassada... caquética, verdadeira 'brigada do reumático' que, fico na dúvida, não sai de lá porque não quer ou porque não consegue levantar o cú da cadeira, mos leva [fonte: O Jogo] 4,3 milhões de €uros para subsidiar o atletismo; 2,4 milhões para a natação - por mais cem anos que eu viva, nenhum nadador português vai chegar a uma final nos Jogos Olímpicos-; 2,1 milhões no judo, e aqui creio que ninguém duvida que eram legítimas todas as esperanças, mas as coisas não correm como a gente quer, e 1,4 milhões para a canoagem (NÃO PARA O REMO!), para a canoagem.

O 'perdido' presidente do COP - já não sabe o que diz há muito tempo e só lá está porque estando lá 'dá de comer' a muito boa gentinha - medalhas conseguidas, enche o peito e dispara... baboseira. Aquilo que ficou lá atrás.

Africanos em fila para serem 'portugueses'...para onde?
Canoagem? Ténis-de-mesa? Judo? Triatlo? Hipismo - os brasileiros é que dizem Equestre e é uma completa baboseira nós, Portugueses, que lhe ensinámos, a eles, a língua de Camões e não a Jorge Amado [que sempre elevou a língua-mãe], agora escrevamos bobeira [também posso usar termos do Português da América do Sul, não?] -, Remo...


Voltando ao cerne da questão, para que queremos nós os africanos?

Eu percebi a mensagem. E é baixa, muito baixa. Só possível vinda de um homem que, pela idade que já tem, não sabe bem o que diz e por despeito. Que é criticável.

É que, na calha para o substituir na Calçada da Memória está Fernando Mota. Esta parte é só para os iniciados!... ;-)
...
(*) - Que fique claro que eu sempre confiei em TODOS os Atletas lusos, sabendo, de antemão, que uns poderia subir ao Olímpo e que outros não poderiam fazer mais do que dar tudo o que tinham para dar. Todos são credores da minha admiração, daí... o meu MUITO OBRIGADO A TODOS VOCÊS que nos representaram nesta edição das Olimpíadas.

segunda-feira, agosto 06, 2012

ANO VII - Etapa 43

BOA AVENTURA, FILOMENA E RICARDO QUE TUDO CORRA VOS BEM




Cliquem na imagem para a ver melhor

quarta-feira, agosto 01, 2012

Pois é!...

... MAS HÁ SEMPRE UNS MAIS IGUAIS DO QUE OUTROS!

Anda meio-Mundo, com quase a totalidade da outra metade atrás, 'babado' com o feito do estadunidense Michael Phelps. Ok, 19 medalhas olímpicas em oito anos e três participações olímpicas é obra, e hoje mesmo houve quem recordasse que, em 100 anos de Jogos, Portugal soma... 22. Mas a mim chateia-me uma coisa: há uma jovem chinesa que ontem, e num espaço de dois dias venceu duas medalhas de ouro e [parece que] toda a gente já a vê com 'olhos em bico' e... nariz torcido, não dizendo mas insinuando... estranheza. Pois é!...

Ah, revelação 'empolgante' mas um tudo nada naïf: «Para chegar ao 15.º ouro olímpico [Phelps] dormiu um ano como se vivesse a mais de 2440 metros [de altitude]»

A malta do Ciclismo sabe perfeitamente o que isso quer dizer. É ilegal? Não. Mas, e não há notícia disso, se todos os seus adversários tivessem tido a mesma possibilidade... Pois é!
Pelo menos muito pouco... olímpico, não acham?

[São estes 'escrutinadores' que andam mortinhos para entalarem Lance Armstrong!]

Ora Bem!...

AFINAL NÃO ESTOU SOZINHO!

Levou algum tempo mas, finalmente, hoje lá vi um comentário que sustenta o meu próprio e que antecede esta entrada.

O dr. Bagão Félix viu - e sentiu - exactamente o mesmo que eu.

sábado, julho 28, 2012

MAUrinhozinho

ARROGÂNCIA, OU HIPER AUTO-ESTIMAÇÃO...
É UMA COISA! FALTA DE RESPEITO E MÁ EDUCAÇÃO, OUTRA

E olhem para mim a 'aventurar-me' na chafurdeira que é o futebol.

Não vou ficar muito tempo que o estômago está doente e as náuseas frequentes.

A... 'Eusébio Cup' - à falta de dominarem a língua portuguesa, as 'cup's' estão a ser um must, principalmente este ano - foi criada para homegear o Grande Eusébio que é tão grande que, como vou lendo, até jovens, de toda a parte do Mundo, cujos pais ainda nem eram nascidos quando ele derramava talento pelos relvados dessa Europa fora (e não só) o admiram; esperam por ele em qualquer lugar onde ele vá e fazem fila para conseguirem um autógravo e, oh! glória das glórias, uma foto a seu lado.

Pelo quinto ano consecutivo o Benfica convidou uma equipa de renome internacional para a discutir - à 'cup' - opondo-a à sua melhor equipa no momento. Nem sempre pode ser mesmo, mesmo a melhor...

Em 2008 perdeu a partida (0-0, 4-5 nos penalties) frente aos italiano da Internazionale de Milano (Itália);
em 2009 venceu, da mesma maneira e com números exactamente iguais, os também italianos do AC Milan;
em 2010 terá convidado o menos forte - e de menor historial - dos cinco adversários já defrontados, os londrinos do Tottenham. Perdeu por 1-0;
o ano passado, o oponente veio, outra vez, de Londres. Foi o Arsenal. O troféu ficou em casa após vitória benfiquista por 2-1.

Este ano, com a melhor das intensões - e porque era um velho sonho do 'velho' Eusébio e todos sabiam disso - o convite foi dirigido a uma equipa do Bairro de Chamartin, no coração de Madrid.

E, porque há, há sim, pormenores que definem uma pessoa e que ficam mais expostos quando a figura julga que ninguém está a olhar, ele, que jamais admitiu que houvesse alguém que, dentro do 'seu' grupo de trabalho mandasse mais do que ele (ok, deixa passar a imagem de que 'só obedece' ao presidente, mas faz deste uma caricatura da 'raínha de Inglaterra'), esse mesmo, deixou as 'prima donas' ter... mais um dia de descanso. E perdeu... de goleada!

«Acima de mim... o Sol! Eusébio? Quem é?»
(Honestamente, depois das declarações finais espero que tenha, pelo menos, tido a sereedade de se ter 'esquecido' do troféu que o Benfica lhe ofereceu, na cabina!)

Ainda assim, 'sardinha' ou 'choco' há uma coisa que lhe quero agradecer:

Como 'fanático' adepto e simpatizante, tanto do VALADARES, como do AT. CACÉM faço minhas as suas palavras:

«NOS TREINOS NÃO HÁ DERROTAS PESADAS!»

Já agora, que o Benfica não volte a convidar o 'Grupo de Excursionistas de Chamartin', nem qualquer outra equipa treinada pelo tradutor de Sir Bobby Robson. Nem que seja em memória deste. Esse sim, um Gentleman...

quarta-feira, julho 11, 2012

ANO VII - Etapa 42

ADENSA-SE O MISTÉRIO!...

Porque é que estamos a dar maior destaque à Volta à Polónia, e ao 13.º lugar do Tiago Machado [nada contra o Tiago, antes pelo contrário] do que à VOLTA A FRANÇA... o TOUR, a terceira maior manifestação desportiva em termos globais onde, por acaso, o Rui Costa resiste e manteve o 11.º posto na geral ???!!!!!!!

Embora já reduzida a simples 'chamada' - mas com a foto do Tiago - a Volta à Polónia continua, por esta hora, na 1.ª Página da edição on-line...

Já a foto (eu sei que é má) que reproduzo tive que ir 'cavá-la' à sub-secção do 'Mais Desporto'. Mas, lá está o Tiago em destaque... Quanto ao TOUR... é o que vêem aqui.



Um verdadeiro mistério!

ANO VII - Etapa 41

TROFÉU INTERNACIONAL JOAQUIM AGOSTINHO



(gentileza da Equipa Efapel-Glassdrive

a Organização deve ter perdido o meu

contacto de sempre!...)





ANO VII - Etapa 40

CICLISMO vs FUTEBOL
OU OS INCONFESSÁVEIS INTERESSES DOS 'JORNALISTAS'

No dia 10 de Julho de 2011, passou ontem um ano, numa etapa do Tour, uma viatura com ‘convidados’ da televisão francesa ‘viajava’ pelo interior do pelotão aproveitando o facto de haver um pequeno grupo de fugitivos. O que está previsto e é aceite pelos Regulamentos. Às viaturas ‘oficiais’, como as dos ‘convidados’, que não aos jornalistas!

A estrada não era larga e as bermas inexistentes – quem segue o Giro, o Tour e a Vuelta sabe que é assim; só em Portugal quase se exige que as etapas decorram todas nos IP, SCUTS (agora é mais difícil) e não nas Auto-estradas porque é, definitivamente, proíbido! -, o motorista distraíu-se por um segundo e quando olhou em frente tinha um tronco de árvore para aí com 80 centímetros a um metro de diâmetro pela frente. Guinou, instintivamente, para a sua direita não dando conta que, a escassos centímetros rolavam, alheios às vistas panorâmicas e às conversas de circunstância, três Corredores: Thomas Voeckler, Juan António Flecha e John Hoogerland.

O primeiro, passou, apenas com o susto; o segundo deixou parte do equipamento – e da sua própria pele – no rugoso asfalto de uma estrada de 3.ª categoria, perdida num meio rural profundo.

John Hoogerland que, para além do impacto do carro, ainda levou, por arrastamento, com Flecha em cima, foi… de ‘costa-a-costa’, isto é, até à outra berma – não existente – ostensivamente limitada (acontece, nas propriedades privadas, possivelmente pastagem para gado que não convém que invada a estradada) por uma cerca de… arame farpado.


O pobre até poderia ter batido de lado contra as ‘farpas’, mas não, esbarrou num poste de suporte da vedação e ‘escorregou’ por ali abaixo. Como podem ver, ‘não falhou’ uma das farpas sequer.
Resultado… o que a foto mostra.


Ao que acrescento mais de cem pontos de sutura que foi necessário levar para coser aqueles rasgões todos.


Ah!... No dia seguinte apresentou-se, todo ‘agrafado’ e ligado, mas apresentou-se à partida.
Imaginem como terá passado a noite.

Terá dormido?
Sentado?...
Não sobraram histórias sobre isso para a qui recordar.


A foto, juro, e peço desculpa ao Jornal Ciclismo por a ter ‘piratado’ (também não é deles e não atribuem o crédito…) não é um sádico exercício de manipulação no ‘photoshop’… É mesmo real!
E sabem uma coisa?

Quando vejo um futebolista [ohhhhhhhh, eu sei que estou a pisar terrenos ‘sagrados’ e basta olhar para os jornais ‘desportivos’…] rebolar-se no chão agarrado à perna direita quando o – eventual (que na maioria das vezes não vislumbro nem na repetição, três segundos depois – ‘toque’ só poderia ter sido na esquerda, e berra que nem um bezerro que não sabe da vaca-mãe e obriga à entrada dos bombeiros com maca, para a qual sobe sem ajuda e da qual salta ainda antes de ter saído das quatro linhas, ficando depois a verberar com o 4.º árbitro porque não o deixa entrar de imediato…
Quando vejo isto, e no dia seguinte não leio nesses mesmos jornais – que são os três – a, mais que descarada… desonesta atitude do ‘artista’ que os ‘jornalistas’ e ‘comentadores’ respaldam… apetece-me esfregar-lhes esta foto nos narizes.


Mais, gostava mesmo era de lhes esfregar as ligaduras que este pobre usou até ao fim. Depois de retiradas, claro.

Vemos, em filmes históricos – e aceitamos, porque não sabemos se era mesmo assim – que os reis, na Idade Média, tinham ‘bobos’ para fazerem palhaçadas e os entreter. E davam-lhe qualquer coisinha em troca.
Hoje, no futebol, são os ‘bobos’ quem, de bandeja, dão de comer aos ‘reizinhos’. Encobrindo as suas trafulhices, fechando os olhos e, pior, ‘garantindo’ que aconteceu uma coisa que MEIO MUNDO TEVE OPORTUNIDADE DE VER QUE NÃO ACONTECEU…

Tenho pena dos dois.

Nem um, nem o outro, são bons oficiais nos respectivos ofícios. Pior... são desonestos!

terça-feira, julho 10, 2012

ANO VII - Etapa 39

EXPLIQUEM-ME COMO SE EU TIVESSE... 3 ANOS DE IDADE!


Porque é que esta edição do Tour tem estado a ser tão maltratada na edição on-line, nomeadamente negando-lhe espaço alargado - no sentido de lá se manter a notícia até ao final do dia - mas, sobretudo, quase ignorando o brilhante percurso do poveiro RUI COSTA até agora?


Mesmo no jornal em papel. Por exemplo, o texto principal hoje é dedicado, e cito: ao «Coleccionador de scooters...» ficando para o MELHOR CORREDOR PORTUGUÊS DA ACTUALIDADE um 'pirilau' ao lado?


Ontem o RUI COSTA fez, aquando da sua passagem pelos pontos intermédios de cronometragem (dois) o 6.º melhor tempo - claro que vinham ainda onze corredores atrás dele - e terminou com o 14.º melhor tempo na etapa subindo para 11.º na Geral Individual. Nada disto foi frisado.


Porquê? Que mal fez o RUI COSTA?

.

.

E porque é que hoje, numa prova menor - e menor que a Volta à Suíça que ele ganhou oito dias antes do Tour e teve uma cobertura merdosa - há 'horas' que isto está na página nobre da edição on-line?



(Há 2.10 que lá está, o que NUNCA ACONTECEU com o Rui Costa, no Tour, muito menos na Volta à Suíça)
.


Não há muitos meses ainda alguém... grande, escreveu que há quase 30 anos as reportagens do Tour deixaram de ter interesse. Respondi-lhe pessoalmente, por email, considerando essa afirmação uma afronta e uma incomensurável falta de respeito por todos os Jornalistas da casa que o fizeram depois dessa data. Posso divulgar o email publicamente! Por mim...


Alguém pode responder a estas simples perguntas?

segunda-feira, julho 09, 2012

ANO VII - Etapa 38

ASSINO POR BAIXO...


30 de Junho de 2012, por LEONOR PINHÃO, Jornalista... no


No ciclismo não há penaltis



Enquanto decorria o Europeu de futebol, entre a vitória de Portugal sobre a Holanda e a vitória de Portugal sobre a República Checa, aconteceu que um outro compatriota nosso, um rapaz franzino chamado Rui Costa, ciclista profissional, ganhou a Volta à Suíça que não é brincadeira nenhuma. O feito consagra-o como o primeiro português a vencer uma prova do World Tour, coisa que nem o fabuloso Joaquim Agostinho atingiu.

Em Portugal ninguém ligou peva à proeza de Rui Costa porque as atenções estavam a mil por cento concentradas na campanha da selecção nacional de futebol. E como é do conhecimento geral, bicicletas são apenas bicicletas e o desporto-rei é o desporto-rei. A aventura portuguesa no Europeu acabou na quarta-feira de maneira dramática e, como não podia deixar de ser, com direito a requerimento em papel azul de 25 linhas, aquele mesmo dos antigos procedimentos burocráticos, em favor da nossa velha conhecida Vitória Moral, que é o consolo possível e recorrente quando estas nossas andanças desportivas ao mais alto nível não terminam como era desejado.


Agora que o futebol acabou em desilusão, espelhando as frustrações da pátria que são muitas e de natureza variada, temos, finalmente, tempo para nos dedicarmos às bicicletas. O país precisa de heróis por causa da auto-estima, dizem os sociólogos, quer os amadores quer os profissionais, e está a chegar a Volta à França que conta no seu pelotão com o tal portuguesinho franzino chamado Rui Costa.


No ciclismo, felizmente, não há penaltis. Mas Rui Costa bem pode começar a pedalar tendo por certo que os olhos da nação estão postos nele. Atreva-se ele a ganhar uma etapa do Tour, como fez no ano passado, e logo teremos o país em peso a pedir-lhe, encarecidamente, que vá mais longe, que chegue em primeiro, que não caia da máquina, que desfaça a concorrência nas subidas dos Alpes e que nos devolva o orgulho perdido no momento em que Bruno Alves acertou com a bola em cheio na trave da baliza guardada por Casillas.


Rui Costa, à partida para França, estabeleceu com modéstia os seus objectivos: "Gostava de chegar bem a Paris."


Não aborreçam, portanto, o rapaz com exigências mirabolantes.
Estivessem todos mais atentos à Volta à Suíça
.


O sublinhado é da minha responsabilidade

segunda-feira, junho 25, 2012

ANO VII - Etapa 37

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Fiquem atentos... 6.ª feira vai haver novidades!

ANO VII - Etapa 36

VOLTA A PORTUGAL'2012




ANO VII - Etapa 35

TODA A SORTE DO MUNDO PARA TI RUI...





(Equipa da Movistar para o Tour'2012)

quinta-feira, maio 03, 2012

ATÉ JÁ!...

.
Hoje passei o dia ali, para o Alto de Santo Amaro, em Lisboa, a fazer uma interminável bateria de novos testes... o tratamento em Santa Maria foi adiado até que surjam resultados destes testes e eu... espero.
Já sem stress, sem ângústia. Há-de ser o que... vier a ser.

Ok, amigos - e os outros também - vou ficar uns dias 'off-line'.
É preciso...
Soubesse eu o resultado final e acabava já com isto, mas vou esperar.

Para vos entreter, porque sei que adoram ler-me, deixo aqui os links para as duas últimas coisas que escrevi... salvo seja! Porque ainda penso tirar alguns 'escalpes'!

Fiquem bem e, isso não vos perdoaria jamais, não tenham pena de mim.



Já agora... cliquem aqui (são dois 'posts' diferentes!)



(**) (**)

quarta-feira, maio 02, 2012

ANO VII - Etapa 34

ATÉ SEMPRE GONÇALO!
TAMBÉM CONTIGO MORRI EU MAIS UM POUCO...


Porquê, Gonçalo? Porquê tu?

Ao longo de tantos anos, e todos perceberão isso, fazemos muitos Amigos mas, há sempre uns mais amigos que outros; as nossas Amizades, mesmo as mais sinceras, são sempre radiais e concêntricas. Um pequeno grupo mais próximo, depois outro, exterior a este, depois outro... e assim por diante até a última circunferência que, sem limite definido, alberga os conhecidos mas onde também moram amigos. A nossa relação nunca terá chegado a ser tão forte assim...

O Gonçalo esteve sempre naquele círculo mais pequeno, mais próximo; o dos Amigos-amigos, quase incondicionais... e por lá o guardei sempre, apesar do distanciamento físico que, pelo motivo que todos conhecem, começou a 'cavar-se' desde há quatro anos, mais coisa, menos coisa.

E estes Amigos-amigos-mesmo acabavam, por arrasto, trazer-me mais amigos. Familiares seus, por exemplo. O pai do Gonçalo, o sr. Júlio - passaram já tantos anos sem... notícias mas quero querer que ele ainda aí esteja - com quem, aqui, agora, partilho um forte abraço de solidariedade, nesta hora que é de dor para todos.



Ao Gonçalo - um Homem Bom, um profissional exemplar, um Amigo que levarei comigo, no meu coração - recordarei para sempre assim, como nesta foto que escolhi para pôr aqui. Alguém que assumia sempre as suas responsabilidades dentro dos vários grupos que representou e que não deixava para os outros aquilo que achava ser o seu dever: dar a cara ao vento... e levava aquele sorriso!. Foi sempre um líder e é assim que te recordarei.



Descansa em Paz Amigo.