quinta-feira, agosto 16, 2012

ANO VII - Etapa 47

POLICIAMENTO
GOVERNO APROVOU NOVA LEGISLAÇÃO

O Governo aprovou hoje um diploma que define o regime de policiamento de espetáculos desportivos e de satisfação dos encargos com o policiamento de espetáculos desportivos em geral. Recorde-se que a Associação de Ciclismo do Minho tem desenvolvido inúmeras diligências com vista à resolução do problema do policiamento de atividades desportivas realizadas na via pública que, por não serem praticadas em “recintos desportivos”, não tem direito à ajuda financeira do Estado para o policiamento.

De acordo com o comunicado do Conselho de Ministros, "com este diploma ficam definidas as regras relativas ao policiamento dos espetáculos desportivos, a responsabilidade dos promotores e a comparticipação do Estado nos encargos com o policiamento".

Segundo a Associação de Ciclismo do Minho (ACM) "a nova legislação poderá traduzir uma evolução muito significativa em relação à legislação vigente se a satisfação dos encargos com o policiamento de espetáculos desportivos em geral englobar de fato o policiamento das modalidades desportivas que decorrem na via pública".

"Este Governo", prossegue a ACM, "manifestou-se sempre sensível ao problema do policiamento das atividades desportivas realizadas na via pública. Após as audiências que tivemos com os senhores Ministro da Administração Interna e Secretário de Estado do Desporto e Juventude foi criado um grupo de trabalho conjunto para se encontrar uma solução".

"Estamos muito satisfeitos mas ainda será necessário apreciar pormenorizadamente a nova legislação. Foram muitos anos a lutar por esta causa do policiamento, que ameaça seriamente o ciclismo amador, sendo óbvio que nos congratulamos com este progresso e não esquecemos quem contribuiu para a resolução do assunto.

Recorde-se que em 2004, na sequência de uma queixa da Associação de Ciclismo do Minho, o Provedor de Justiça recomendou ao Governo a alteração da legislação do policiamento de atividades desportivas, de forma a incluir o ciclismo no regime vigente do policiamento e da comparticipação do Estado nos encargos.

Em maio de 2010, o Ministério da Administração Interna, em resposta a um requerimento apresentado por deputados do CDS-PP, considerou o assunto "pertinente", assim como o Parlamento Europeu emitiu uma Resolução, no dia 8 de maio de 2008, relativa ao Livro Branco sobre o desporto, em que sublinha no artigo 86º “a necessidade de garantir que o Estado assuma os encargos com a segurança das competições não profissionais organizadas por entidades sem fins lucrativos”.

O próprio Instituto do Desporto de Portugal (IDP) - no âmbito das diligências da ACM - reconheceu a existência de um vazio legal que impede o ciclismo de aceder à compartição do Estado com os custos do policiamento de atividades desportivas realizadas na via pública (parecer nº 196/GJA/2009).

A par do alargamento ao ciclismo da comparticipação atribuída às restantes modalidades, a ACM reclama a "implementação de um regime específico" de "financiamento integral do policiamento de atividades desportivas federadas que envolvam as seleções nacionais ou realizadas no quadro dos campeonatos nacionais e regionais de escalões etários inferiores ao do escalão sénior", atento o facto de, “para além de outras especificidades, nas suas provas o policiamento não ser facultativo mas sim obrigatório”.

A REIVINDICAÇÃO

A legislação em vigor prevê a participação do Estado nos encargos com o policiamento de atividades desportivas realizadas no interior dos recintos desportivos, entendidos como “espaço criado exclusivamente para a prática do desporto, com carácter fixo e com estruturas de construção que lhe garantam essa afetação e funcionalidade, dotado de lugares permanentes e reservados a assistentes, sob controlo de entrada”. Essa participação nos encargos é feita através dos resultados da exploração dos jogos sociais.

Além de não existirem alternativas viáveis à realização de provas de ciclismo de estrada fora da via pública, o policiamento destas atividades é imprescindível, tanto por questões de segurança dos praticantes, como por questões de ordenação da circulação.

A requisição policial por parte dos organizadores de provas de ciclismo não é voluntária, ao contrário dos desportos praticados em “recintos desportivos” em que “a requisição da força policial é efetuada, sempre que considerada necessária, pelos organizadores dos espetáculos desportivos”.

Acresce que o policiamento de atividades desportivas realizadas na via pública apenas pode ser assegurada por entidades Estatais (GNR e PSP) - estando assim vedada a possibilidade de recurso a serviços de entidades privadas – e que o valor cobrado pela prestação do serviço de policiamento varia em função do critério de cada destacamento, nomeadamente quanto ao número de agentes, patente e meios a afetar;

Por discriminar o ciclismo e considerando as suas especificidades, é reivindicada uma alteração ao Decreto-Lei nº 238/92 que contemple o seguinte:

• Inclusão da modalidade ciclismo no regime de policiamento dos espetáculos desportivos e da comparticipação do Estado;

• Implementação de um regime específico para o ciclismo (atento o facto de, para além de outras especificidades, nas suas provas o policiamento não ser facultativo mas sim obrigatório) de financiamento integral do policiamento de atividades desportivas federadas que envolvam as seleções nacionais ou realizadas no quadro dos campeonatos nacionais e regionais de escalões etários inferiores ao do escalão sénior;

• Uniformização dos critérios da prestação dos serviços de policiamento pela PSP e pela GNR, no que concerne ao destacamento e à fixação do preço;



(fonte: Associação de Ciclismo do Minho)

segunda-feira, agosto 13, 2012

ANO VII - Etapa 46

MAS ISSO JÁ EU DISSE HÁ DOIS ANOS E MEIO...

(Em resposta ao comentário postado na 44.ª Etapa pelo Paulão. Que saudades já tinha de ti meu caro Paulo Sousa! Mas a verdade, nua e crua... e sofrida, é que, desde há muitos meses que eu já não sei, nem quantos, nem quais os 'amigos' que desertaram... incluindo aqueles em nome dos quais me expus totalmente, ao ponto de ter sido... completamente reduzido a cinzas.)

Pois, grande Paulo, em aditamento ao teu comentário, relembro...


Terça-feira, Fevereiro 09, 2010

ANO V - Etapa 28
DIVAGAÇÕES


(Antes de mais, os meus pedidos de desculpa aos leitores habituais do VeloLuso. Anunciei que estava de volta, pareceu que estava de volta mas... depois eclipsei-me outra vez. Os motivos são de foro muito pessoal...)

... também não advogo o 'enterrar a cabeça na areia' e fingir que nada se passas mas, se há quem pague o anunciado Congresso Internacional, mesmo que numa situação de estreita ligação com a FPC, porque é que não se aproveita - e o presidente da FPC até é vice-presidente do Comité Olímpico de Portugal e putativo sucessor de Vicente de Moura na sua presidência…

Publicada por em

Link para o artigo completo: http://veloluso.blogspot.pt/2010/02/ano-v-etapa-28.html

quinta-feira, agosto 09, 2012

ANO VII - Etapa 45

'QUO VADIS' JORNALISMO?

O inefável Sócrates não descansou enquanto não calou a Manuela Moura Guedes e, por outro lado, 'amansou' os 'jornalistas' do caso-Freeport, mesmo lá de longe, de Paris.
O inqualificado Relvas 'despediu' uma jornalista do Público...

E estes? Quem os manipula, comanda, domina?

Leio pungente 'entrevista' (porque não é assinada?) com o presidente da Assembleia-geral do Sporting Clube de Portugal...

«Esta minha primeira experiência no dirigismo desportivo não me trouxe muita felicidade. Isto sem emoção não se vai lá. Para já não me sinto aproveitado. Se dar apoio é estar calado não é brilhante. Se chegar à conclusão que devo recuperar a liberdade perdida...», sugeriu Eduardo Barroso, que não poupou críticas à forma como o clube está a ser gerido.

«Nem tudo correu bem até agora, os dois vice-presidentes que saíram, a forma como as coisas foram estruturadas e agora quero ver como isto vai correr nos primeiros dois meses do campeonato. O Sporting é um grande clube, não tem donos. É preciso explicar tudo às pessoas. A informação e transparência geram tranquilidade», prosseguiu.

De forma surpreendente afirmou: «Sá Pinto é uma pessoa que estimo e tem o meu total apoio. Em relação ao presidente da assembleia geral do Sporting [o próprio Eduardo Barroso] esperava que ele tivesse... não sei. Não tivesse nada. Continuem assim que estão muito bem.»

O dirigente mostrou-se «muito desiludido» com a transferência de Matías Fernandez para a Fiorentina.

«Se calhar, é um ato de gestão brilhante, se não me explicarem eu posso não achar que seja. É preciso explicar aos sócios», disse, sublinhando que, apesar de apoiar o presidente Godinho Lopes, só o futuro ajudará a clarificar posições.

A questão que deixo no ar, e a única que me preocupa, é porque raio o 'jornalista' - se é que houve jornalista metido nisto e não foi mais um daqueles 'recados a cobrar favores' - não foi capaz de acarear o dr. Eduardo Barroso com esta... 'sinistra' realidade: ele foi eleito - ainda por cima por uma lista que não a que elegeu a Direcção do clube - para ser presidente da Assembleia-geral.

O poder executivo, esse, vem em todas as sebentas, pertence à Direcção tão legitimamente eleita o quanto o foi o senhor presidente da Assembleia-geral.

Pergunta única: Acha-se o dr. Eduardo Barroso com direito de interferir, directamente, com a gestão do Órgão Executivo, que aceitou, tanto que aceitou tomar posse no todo que são os órgãos Sociais do Clube? E ao abrigo de que artigo, parágrafo e alínea dos Estatutos do Clube?

Porque é que o jornalista a não fez?

ANO VII - Etapa 44

... E AINDA NINGUÉM O DEMITIU?!!!




«Se queremos 10 ou 11 medalhas, há muitos atletas africanos que querem vir para a Europa»

Há quatro anos 'demitiu-se', ainda em Pequim, quando viu a coisa 'preta' e que o risco de voltar sem nenhuma medalha era bem real; depois a Vanessa Fernandes e o Nélson Évora subiram ao pódio e ele voltou atrás, aliás, passou a ser a figura que mais vezes aparecia nas reportagens televisivas [qual 'emplastro'].

Este ano começou... 'bem', afirmando que não esperassem grande coisa destes atletas - que serão as respectivas federações a escolher, mas escolha que, manda a lógica, terá que passar pelo 'crivo' do COP - e os pobres rapazes e raparigas lá demandaram Londres com o enorme peso sobre os ombros de saberem que o Velho não dava um 'chavo' por eles.

A mim fez-me soar uma campaínha nos ouvidos. O 'supremo comandante das nossas tropas' parecia estar a preparar-se [pelo menos 'cheirou' a aviso] para fugir com o cú à seringa. Em caso de 'catástrofe' (*), ele bem tinha avisado...

E passou uma semana e meia. E as coisas não correram realmente bem. E da figura... nem sombra. Nem mesmo quando uma luso-brasileira - que terá que ter contado com o 'amém' do COP para, de repente, ser 'portuguesa' tirando lugar a outra atleta... no espaço de dez dias ter ficado grávida de 12 semanas (!), ok, dormia todas as noites com o marido, mas parece-me que a Natureza não funciona assim... se ter 'esfumado'.
Foi o Chefe da delegação lusa a dar a cara.

Mas, héllas!, então não é que numa modalidade, daquelas que está na prateleira que... são para fazer número, conquista uma medalha de prata?

E quem é que surge logo em todas as fotos? Pois!

Mas como devia estar a aproveitar a estadia - paga por todos nós - em Londres para fazer as compras, e porque deixou os embrulhos nas lojas para chegar a tempo para as ditas cujas fotografias, como terá que ter voltado atrás para recolher os embrulhos, levou 24 horas a aproveitar todos aqueles microfones, gravadores, telemóveis que gravam, tiram fotos, filmam - e alguns deles até servem para fazer chamadas - para se auto-impôr como... principal figura da Delegação. Para quê? Para dizer aquela enormidade que está lá atrás.

O Povo trabalhador português paga couro e cabelo para, com os seus impostos, alimentar uma instituição decrépita, ultrapassada... caquética, verdadeira 'brigada do reumático' que, fico na dúvida, não sai de lá porque não quer ou porque não consegue levantar o cú da cadeira, mos leva [fonte: O Jogo] 4,3 milhões de €uros para subsidiar o atletismo; 2,4 milhões para a natação - por mais cem anos que eu viva, nenhum nadador português vai chegar a uma final nos Jogos Olímpicos-; 2,1 milhões no judo, e aqui creio que ninguém duvida que eram legítimas todas as esperanças, mas as coisas não correm como a gente quer, e 1,4 milhões para a canoagem (NÃO PARA O REMO!), para a canoagem.

O 'perdido' presidente do COP - já não sabe o que diz há muito tempo e só lá está porque estando lá 'dá de comer' a muito boa gentinha - medalhas conseguidas, enche o peito e dispara... baboseira. Aquilo que ficou lá atrás.

Africanos em fila para serem 'portugueses'...para onde?
Canoagem? Ténis-de-mesa? Judo? Triatlo? Hipismo - os brasileiros é que dizem Equestre e é uma completa baboseira nós, Portugueses, que lhe ensinámos, a eles, a língua de Camões e não a Jorge Amado [que sempre elevou a língua-mãe], agora escrevamos bobeira [também posso usar termos do Português da América do Sul, não?] -, Remo...


Voltando ao cerne da questão, para que queremos nós os africanos?

Eu percebi a mensagem. E é baixa, muito baixa. Só possível vinda de um homem que, pela idade que já tem, não sabe bem o que diz e por despeito. Que é criticável.

É que, na calha para o substituir na Calçada da Memória está Fernando Mota. Esta parte é só para os iniciados!... ;-)
...
(*) - Que fique claro que eu sempre confiei em TODOS os Atletas lusos, sabendo, de antemão, que uns poderia subir ao Olímpo e que outros não poderiam fazer mais do que dar tudo o que tinham para dar. Todos são credores da minha admiração, daí... o meu MUITO OBRIGADO A TODOS VOCÊS que nos representaram nesta edição das Olimpíadas.

segunda-feira, agosto 06, 2012

ANO VII - Etapa 43

BOA AVENTURA, FILOMENA E RICARDO QUE TUDO CORRA VOS BEM




Cliquem na imagem para a ver melhor

quarta-feira, agosto 01, 2012

Pois é!...

... MAS HÁ SEMPRE UNS MAIS IGUAIS DO QUE OUTROS!

Anda meio-Mundo, com quase a totalidade da outra metade atrás, 'babado' com o feito do estadunidense Michael Phelps. Ok, 19 medalhas olímpicas em oito anos e três participações olímpicas é obra, e hoje mesmo houve quem recordasse que, em 100 anos de Jogos, Portugal soma... 22. Mas a mim chateia-me uma coisa: há uma jovem chinesa que ontem, e num espaço de dois dias venceu duas medalhas de ouro e [parece que] toda a gente já a vê com 'olhos em bico' e... nariz torcido, não dizendo mas insinuando... estranheza. Pois é!...

Ah, revelação 'empolgante' mas um tudo nada naïf: «Para chegar ao 15.º ouro olímpico [Phelps] dormiu um ano como se vivesse a mais de 2440 metros [de altitude]»

A malta do Ciclismo sabe perfeitamente o que isso quer dizer. É ilegal? Não. Mas, e não há notícia disso, se todos os seus adversários tivessem tido a mesma possibilidade... Pois é!
Pelo menos muito pouco... olímpico, não acham?

[São estes 'escrutinadores' que andam mortinhos para entalarem Lance Armstrong!]

Ora Bem!...

AFINAL NÃO ESTOU SOZINHO!

Levou algum tempo mas, finalmente, hoje lá vi um comentário que sustenta o meu próprio e que antecede esta entrada.

O dr. Bagão Félix viu - e sentiu - exactamente o mesmo que eu.

sábado, julho 28, 2012

MAUrinhozinho

ARROGÂNCIA, OU HIPER AUTO-ESTIMAÇÃO...
É UMA COISA! FALTA DE RESPEITO E MÁ EDUCAÇÃO, OUTRA

E olhem para mim a 'aventurar-me' na chafurdeira que é o futebol.

Não vou ficar muito tempo que o estômago está doente e as náuseas frequentes.

A... 'Eusébio Cup' - à falta de dominarem a língua portuguesa, as 'cup's' estão a ser um must, principalmente este ano - foi criada para homegear o Grande Eusébio que é tão grande que, como vou lendo, até jovens, de toda a parte do Mundo, cujos pais ainda nem eram nascidos quando ele derramava talento pelos relvados dessa Europa fora (e não só) o admiram; esperam por ele em qualquer lugar onde ele vá e fazem fila para conseguirem um autógravo e, oh! glória das glórias, uma foto a seu lado.

Pelo quinto ano consecutivo o Benfica convidou uma equipa de renome internacional para a discutir - à 'cup' - opondo-a à sua melhor equipa no momento. Nem sempre pode ser mesmo, mesmo a melhor...

Em 2008 perdeu a partida (0-0, 4-5 nos penalties) frente aos italiano da Internazionale de Milano (Itália);
em 2009 venceu, da mesma maneira e com números exactamente iguais, os também italianos do AC Milan;
em 2010 terá convidado o menos forte - e de menor historial - dos cinco adversários já defrontados, os londrinos do Tottenham. Perdeu por 1-0;
o ano passado, o oponente veio, outra vez, de Londres. Foi o Arsenal. O troféu ficou em casa após vitória benfiquista por 2-1.

Este ano, com a melhor das intensões - e porque era um velho sonho do 'velho' Eusébio e todos sabiam disso - o convite foi dirigido a uma equipa do Bairro de Chamartin, no coração de Madrid.

E, porque há, há sim, pormenores que definem uma pessoa e que ficam mais expostos quando a figura julga que ninguém está a olhar, ele, que jamais admitiu que houvesse alguém que, dentro do 'seu' grupo de trabalho mandasse mais do que ele (ok, deixa passar a imagem de que 'só obedece' ao presidente, mas faz deste uma caricatura da 'raínha de Inglaterra'), esse mesmo, deixou as 'prima donas' ter... mais um dia de descanso. E perdeu... de goleada!

«Acima de mim... o Sol! Eusébio? Quem é?»
(Honestamente, depois das declarações finais espero que tenha, pelo menos, tido a sereedade de se ter 'esquecido' do troféu que o Benfica lhe ofereceu, na cabina!)

Ainda assim, 'sardinha' ou 'choco' há uma coisa que lhe quero agradecer:

Como 'fanático' adepto e simpatizante, tanto do VALADARES, como do AT. CACÉM faço minhas as suas palavras:

«NOS TREINOS NÃO HÁ DERROTAS PESADAS!»

Já agora, que o Benfica não volte a convidar o 'Grupo de Excursionistas de Chamartin', nem qualquer outra equipa treinada pelo tradutor de Sir Bobby Robson. Nem que seja em memória deste. Esse sim, um Gentleman...

quarta-feira, julho 11, 2012

ANO VII - Etapa 42

ADENSA-SE O MISTÉRIO!...

Porque é que estamos a dar maior destaque à Volta à Polónia, e ao 13.º lugar do Tiago Machado [nada contra o Tiago, antes pelo contrário] do que à VOLTA A FRANÇA... o TOUR, a terceira maior manifestação desportiva em termos globais onde, por acaso, o Rui Costa resiste e manteve o 11.º posto na geral ???!!!!!!!

Embora já reduzida a simples 'chamada' - mas com a foto do Tiago - a Volta à Polónia continua, por esta hora, na 1.ª Página da edição on-line...

Já a foto (eu sei que é má) que reproduzo tive que ir 'cavá-la' à sub-secção do 'Mais Desporto'. Mas, lá está o Tiago em destaque... Quanto ao TOUR... é o que vêem aqui.



Um verdadeiro mistério!

ANO VII - Etapa 41

TROFÉU INTERNACIONAL JOAQUIM AGOSTINHO



(gentileza da Equipa Efapel-Glassdrive

a Organização deve ter perdido o meu

contacto de sempre!...)





ANO VII - Etapa 40

CICLISMO vs FUTEBOL
OU OS INCONFESSÁVEIS INTERESSES DOS 'JORNALISTAS'

No dia 10 de Julho de 2011, passou ontem um ano, numa etapa do Tour, uma viatura com ‘convidados’ da televisão francesa ‘viajava’ pelo interior do pelotão aproveitando o facto de haver um pequeno grupo de fugitivos. O que está previsto e é aceite pelos Regulamentos. Às viaturas ‘oficiais’, como as dos ‘convidados’, que não aos jornalistas!

A estrada não era larga e as bermas inexistentes – quem segue o Giro, o Tour e a Vuelta sabe que é assim; só em Portugal quase se exige que as etapas decorram todas nos IP, SCUTS (agora é mais difícil) e não nas Auto-estradas porque é, definitivamente, proíbido! -, o motorista distraíu-se por um segundo e quando olhou em frente tinha um tronco de árvore para aí com 80 centímetros a um metro de diâmetro pela frente. Guinou, instintivamente, para a sua direita não dando conta que, a escassos centímetros rolavam, alheios às vistas panorâmicas e às conversas de circunstância, três Corredores: Thomas Voeckler, Juan António Flecha e John Hoogerland.

O primeiro, passou, apenas com o susto; o segundo deixou parte do equipamento – e da sua própria pele – no rugoso asfalto de uma estrada de 3.ª categoria, perdida num meio rural profundo.

John Hoogerland que, para além do impacto do carro, ainda levou, por arrastamento, com Flecha em cima, foi… de ‘costa-a-costa’, isto é, até à outra berma – não existente – ostensivamente limitada (acontece, nas propriedades privadas, possivelmente pastagem para gado que não convém que invada a estradada) por uma cerca de… arame farpado.


O pobre até poderia ter batido de lado contra as ‘farpas’, mas não, esbarrou num poste de suporte da vedação e ‘escorregou’ por ali abaixo. Como podem ver, ‘não falhou’ uma das farpas sequer.
Resultado… o que a foto mostra.


Ao que acrescento mais de cem pontos de sutura que foi necessário levar para coser aqueles rasgões todos.


Ah!... No dia seguinte apresentou-se, todo ‘agrafado’ e ligado, mas apresentou-se à partida.
Imaginem como terá passado a noite.

Terá dormido?
Sentado?...
Não sobraram histórias sobre isso para a qui recordar.


A foto, juro, e peço desculpa ao Jornal Ciclismo por a ter ‘piratado’ (também não é deles e não atribuem o crédito…) não é um sádico exercício de manipulação no ‘photoshop’… É mesmo real!
E sabem uma coisa?

Quando vejo um futebolista [ohhhhhhhh, eu sei que estou a pisar terrenos ‘sagrados’ e basta olhar para os jornais ‘desportivos’…] rebolar-se no chão agarrado à perna direita quando o – eventual (que na maioria das vezes não vislumbro nem na repetição, três segundos depois – ‘toque’ só poderia ter sido na esquerda, e berra que nem um bezerro que não sabe da vaca-mãe e obriga à entrada dos bombeiros com maca, para a qual sobe sem ajuda e da qual salta ainda antes de ter saído das quatro linhas, ficando depois a verberar com o 4.º árbitro porque não o deixa entrar de imediato…
Quando vejo isto, e no dia seguinte não leio nesses mesmos jornais – que são os três – a, mais que descarada… desonesta atitude do ‘artista’ que os ‘jornalistas’ e ‘comentadores’ respaldam… apetece-me esfregar-lhes esta foto nos narizes.


Mais, gostava mesmo era de lhes esfregar as ligaduras que este pobre usou até ao fim. Depois de retiradas, claro.

Vemos, em filmes históricos – e aceitamos, porque não sabemos se era mesmo assim – que os reis, na Idade Média, tinham ‘bobos’ para fazerem palhaçadas e os entreter. E davam-lhe qualquer coisinha em troca.
Hoje, no futebol, são os ‘bobos’ quem, de bandeja, dão de comer aos ‘reizinhos’. Encobrindo as suas trafulhices, fechando os olhos e, pior, ‘garantindo’ que aconteceu uma coisa que MEIO MUNDO TEVE OPORTUNIDADE DE VER QUE NÃO ACONTECEU…

Tenho pena dos dois.

Nem um, nem o outro, são bons oficiais nos respectivos ofícios. Pior... são desonestos!

terça-feira, julho 10, 2012

ANO VII - Etapa 39

EXPLIQUEM-ME COMO SE EU TIVESSE... 3 ANOS DE IDADE!


Porque é que esta edição do Tour tem estado a ser tão maltratada na edição on-line, nomeadamente negando-lhe espaço alargado - no sentido de lá se manter a notícia até ao final do dia - mas, sobretudo, quase ignorando o brilhante percurso do poveiro RUI COSTA até agora?


Mesmo no jornal em papel. Por exemplo, o texto principal hoje é dedicado, e cito: ao «Coleccionador de scooters...» ficando para o MELHOR CORREDOR PORTUGUÊS DA ACTUALIDADE um 'pirilau' ao lado?


Ontem o RUI COSTA fez, aquando da sua passagem pelos pontos intermédios de cronometragem (dois) o 6.º melhor tempo - claro que vinham ainda onze corredores atrás dele - e terminou com o 14.º melhor tempo na etapa subindo para 11.º na Geral Individual. Nada disto foi frisado.


Porquê? Que mal fez o RUI COSTA?

.

.

E porque é que hoje, numa prova menor - e menor que a Volta à Suíça que ele ganhou oito dias antes do Tour e teve uma cobertura merdosa - há 'horas' que isto está na página nobre da edição on-line?



(Há 2.10 que lá está, o que NUNCA ACONTECEU com o Rui Costa, no Tour, muito menos na Volta à Suíça)
.


Não há muitos meses ainda alguém... grande, escreveu que há quase 30 anos as reportagens do Tour deixaram de ter interesse. Respondi-lhe pessoalmente, por email, considerando essa afirmação uma afronta e uma incomensurável falta de respeito por todos os Jornalistas da casa que o fizeram depois dessa data. Posso divulgar o email publicamente! Por mim...


Alguém pode responder a estas simples perguntas?

segunda-feira, julho 09, 2012

ANO VII - Etapa 38

ASSINO POR BAIXO...


30 de Junho de 2012, por LEONOR PINHÃO, Jornalista... no


No ciclismo não há penaltis



Enquanto decorria o Europeu de futebol, entre a vitória de Portugal sobre a Holanda e a vitória de Portugal sobre a República Checa, aconteceu que um outro compatriota nosso, um rapaz franzino chamado Rui Costa, ciclista profissional, ganhou a Volta à Suíça que não é brincadeira nenhuma. O feito consagra-o como o primeiro português a vencer uma prova do World Tour, coisa que nem o fabuloso Joaquim Agostinho atingiu.

Em Portugal ninguém ligou peva à proeza de Rui Costa porque as atenções estavam a mil por cento concentradas na campanha da selecção nacional de futebol. E como é do conhecimento geral, bicicletas são apenas bicicletas e o desporto-rei é o desporto-rei. A aventura portuguesa no Europeu acabou na quarta-feira de maneira dramática e, como não podia deixar de ser, com direito a requerimento em papel azul de 25 linhas, aquele mesmo dos antigos procedimentos burocráticos, em favor da nossa velha conhecida Vitória Moral, que é o consolo possível e recorrente quando estas nossas andanças desportivas ao mais alto nível não terminam como era desejado.


Agora que o futebol acabou em desilusão, espelhando as frustrações da pátria que são muitas e de natureza variada, temos, finalmente, tempo para nos dedicarmos às bicicletas. O país precisa de heróis por causa da auto-estima, dizem os sociólogos, quer os amadores quer os profissionais, e está a chegar a Volta à França que conta no seu pelotão com o tal portuguesinho franzino chamado Rui Costa.


No ciclismo, felizmente, não há penaltis. Mas Rui Costa bem pode começar a pedalar tendo por certo que os olhos da nação estão postos nele. Atreva-se ele a ganhar uma etapa do Tour, como fez no ano passado, e logo teremos o país em peso a pedir-lhe, encarecidamente, que vá mais longe, que chegue em primeiro, que não caia da máquina, que desfaça a concorrência nas subidas dos Alpes e que nos devolva o orgulho perdido no momento em que Bruno Alves acertou com a bola em cheio na trave da baliza guardada por Casillas.


Rui Costa, à partida para França, estabeleceu com modéstia os seus objectivos: "Gostava de chegar bem a Paris."


Não aborreçam, portanto, o rapaz com exigências mirabolantes.
Estivessem todos mais atentos à Volta à Suíça
.


O sublinhado é da minha responsabilidade

segunda-feira, junho 25, 2012

ANO VII - Etapa 37

.
Fiquem atentos... 6.ª feira vai haver novidades!

ANO VII - Etapa 36

VOLTA A PORTUGAL'2012




ANO VII - Etapa 35

TODA A SORTE DO MUNDO PARA TI RUI...





(Equipa da Movistar para o Tour'2012)

quinta-feira, maio 03, 2012

ATÉ JÁ!...

.
Hoje passei o dia ali, para o Alto de Santo Amaro, em Lisboa, a fazer uma interminável bateria de novos testes... o tratamento em Santa Maria foi adiado até que surjam resultados destes testes e eu... espero.
Já sem stress, sem ângústia. Há-de ser o que... vier a ser.

Ok, amigos - e os outros também - vou ficar uns dias 'off-line'.
É preciso...
Soubesse eu o resultado final e acabava já com isto, mas vou esperar.

Para vos entreter, porque sei que adoram ler-me, deixo aqui os links para as duas últimas coisas que escrevi... salvo seja! Porque ainda penso tirar alguns 'escalpes'!

Fiquem bem e, isso não vos perdoaria jamais, não tenham pena de mim.



Já agora... cliquem aqui (são dois 'posts' diferentes!)



(**) (**)

quarta-feira, maio 02, 2012

ANO VII - Etapa 34

ATÉ SEMPRE GONÇALO!
TAMBÉM CONTIGO MORRI EU MAIS UM POUCO...


Porquê, Gonçalo? Porquê tu?

Ao longo de tantos anos, e todos perceberão isso, fazemos muitos Amigos mas, há sempre uns mais amigos que outros; as nossas Amizades, mesmo as mais sinceras, são sempre radiais e concêntricas. Um pequeno grupo mais próximo, depois outro, exterior a este, depois outro... e assim por diante até a última circunferência que, sem limite definido, alberga os conhecidos mas onde também moram amigos. A nossa relação nunca terá chegado a ser tão forte assim...

O Gonçalo esteve sempre naquele círculo mais pequeno, mais próximo; o dos Amigos-amigos, quase incondicionais... e por lá o guardei sempre, apesar do distanciamento físico que, pelo motivo que todos conhecem, começou a 'cavar-se' desde há quatro anos, mais coisa, menos coisa.

E estes Amigos-amigos-mesmo acabavam, por arrasto, trazer-me mais amigos. Familiares seus, por exemplo. O pai do Gonçalo, o sr. Júlio - passaram já tantos anos sem... notícias mas quero querer que ele ainda aí esteja - com quem, aqui, agora, partilho um forte abraço de solidariedade, nesta hora que é de dor para todos.



Ao Gonçalo - um Homem Bom, um profissional exemplar, um Amigo que levarei comigo, no meu coração - recordarei para sempre assim, como nesta foto que escolhi para pôr aqui. Alguém que assumia sempre as suas responsabilidades dentro dos vários grupos que representou e que não deixava para os outros aquilo que achava ser o seu dever: dar a cara ao vento... e levava aquele sorriso!. Foi sempre um líder e é assim que te recordarei.



Descansa em Paz Amigo.

quarta-feira, abril 25, 2012

EXTRA

ANO VII - Etapa 33

SE ATÉ ESTE O DIZ!...

Trinta e oito anos depois da nossa emblemártica 'Revolução dos Cravos' nos ter devolvido a Liberdade de decidir e de Pensar pela nossa própria cabeça - o mal é que se passaram mais de 30 anos até percebermos que não foram suficientes para muitos (e ainda há alguns, que eu posso apontar a dedo), que o não perceberam... o Dia de Hoje está tão distante daquilo em que, por breves meses acreditámos, que ainda ontem, dia 24, li no insuspeito 'Correio da Manhã? - página 26, em roda-tecto, mais ou menos 'escondido' - que o, hoje, general Pires Veloso, uma das principais figuras do contra-golpe de 25 de Novembro de 1995, na altura ainda coronel e chamado... e reconhecido como o 'Rei do Norte', líder assumido na luta contra os radicais [nessa altura, a palavra ainda não tinha sido inventada] obedientes a Otelo Saraiva de Carvalho.

Ora, há aqui umas semanas - não sou capaz de precisar, agora, mas fazendo as contas, mais de quatro passam a ser um mês, mais de oito... meses - Otelo defendeu publicamente que é precisa uma nova Revolução! Todos estão lembrados, não vou aqui repetir as suas palavras...

A sociedade portuguesa dividiu-se.
Chegou a correr no espaço net uma petição para levar, de novo, o Otelo à presença da justiça. A mesma que se esfalfa para livrar o Sócrates da prisão? Provavelmente.
Mas, ao mesmo tempo, houve quem lhe desse razão.

Estou a falar de Otelo Saraiva de Carvalho.
Primeiro, ídolo de TODOS. Incontestado e inconstestável logo após os acontecimentos que hoje deveríamos estar a comemorar;
depois, quando os políticos, como o inefável Mário Soares - a mais perversa figura da nossa História contemporânea - ou o esfingico Álvaro Cunhal (mil vezes mais inteligente e clarividente do que o 'bochechas', pelo que «o perigo de Portugal tornar-se a 'Cuba' da Europa» nunca lhe passou pela cabeça), ou ainda Francisco de Sá Carneiro - eu sei reconhecer o mérito a quem, honestamente 'se dá', mesmo sem concordar com as suas ideias, e ele não morreu por acaso...

Mas voltemos um pouco atrás, para concluir.
Na sua edição de ontem, o 'Correio da Manhã' - mesmo que discretamente - deu voz ao general Pires Veloso, um dos principais 'culpados' - mesmo a esta distância temporal não faço juízo de valores - pela queda em desgraça do Otelo.

E o que diz Pires Veloso?
Isto:



(cliquem na imagem para poder ler)

terça-feira, abril 24, 2012

ANO VII - Etapa 32

É PRECISO ACREDITAR!...

Pobres coitados dos que não imaginam sequer do que estou a falar...
Numa situação normal... teria pena de vó. Agora só consigo ter aquela 'raiva que se sente nos dentes'...

Não fizeram nada para justificar os riscos assumidos por poucos, que, mesmo sendo poucos, eram TODO UM POVO.

Todos vocês, e falo dos que têm menos de 35 anos, 'mamaram' na 'teta' de uma LIBERDADE recém conquistada.... Depois, a maioria, fincou-lhe o dente. Os 'filhos da Revolução' nada sabem dela... abominam-na, a maioria. Deviam ter a minha idade, ou mais cinco ou seis anos...

Há 38 anos, por esta hora, ultimavam-se os derradeiros preparativos para soprar para longe o cizentismo em que os vossos pais viviam. Ou escravos dos senhores da terra, no interior do País, ou, na mesma escravos, das cinco ou seis famílias que 'davam um melhor emprego', na Cintura Industrial de Lisboa, até pagavam melhores - muito melhores - ordenados, que depois 'recuperavam' de imediato numa súbita e liberalista 'politica' de oferecer [é uma maneira d dizer, claro] andares, imaginem, andares novinhos em folha - aos que ganhavam mais - isto enquanto avalanches de imigrantes deixavam o interior e vinha para os arredores de Lisboa, para os mesmíssimos 'bidonvilles' - famosos nos suburbios de Paris, e das grandes cidades alemãs, onde o portuga, anafalbeto, trabalhava 14 horas por dia pago a preço de escravo, ainda assim, MUITO MELHOR que no Barreiro, na Amadora, em Cabo Ruivo ou nos terminais de contentores do Poço do Bispo ou de Alcântara.

SIMMMMM... a 'cinco tostões' [vocês não sabem o que é...] reconstruiram a mesma França e e a mesma Alemanha que agora nos atiram para a valeta e, os mais 'corajosos', ainda nos dão uns valentes pontapés.

Há 38 anos, por esta hora, um grupo de miúdos - que não vampirizaram os pais para irem para a Faculdade, mesmo não tendo outro objectivo que não fosse o de se embebedarem no Bairro Alto, nas Docas ou na 24 de Julho (só para falar em Lisboa), de sexta a domingo, e, depois, 'comas alcoolócos à parte, ficarem a curtir a bezana de segunda sexta, só indo ao 'campus',- melhor, à cantina, porque a comida é paga pelo contribuite - dizia, há 38 anos, por esta hora, miúdos, muitos deles que só calçaram, pela primeira vez, sapatos na tropa, vieram por aí abaixo para fazer uma 'revolução', léxito que para eles também era totalmente desconhecido.


A eles, a todos eles, o meu eterno agradecimento, mesmo que hoje nos encontremos como estamos e alguns deles estejam do outro lado.

Post Scriptum
Eu sei perfeitamente que não foi na noite de 23 para 24 de Abril de 1974 que as coisas aconteceram!
Não me tomem por tolo.

Mas tinha que dividir este tema em duas partes.

Não, não sou do partido do '25 de Abril Sempre'!
Não tenho deus, não tenho partido, não tenho dono...
mas...

SEMPRE COM O 25 DE ABRIL.  

ANO VII - Etapa 31

SIMPÁTICO EM DE TODO INESPERADO (ATÉ PARA MIM)!...


terça-feira, abril 03, 2012

ANO VII - Etapa 30

ATÉ SEMPRE, EZEQUIEL!...
Senhor Ezequiel!

Meu Caro Amigo,
escrevo-lhe esta Carta com a maior das dores dor por saber que já não vou a tempo que o meu Amigo a lei-a.
A Vida é assim. Dizem!
A Vida...

'Sacudido' pela mensagem que me chegou ao telemóvel paralizei.
A Vida... é assim! Num instante vai-se sem que alguém [ou alguma coisa, na qual, peço-lhe desculpa, não acredito] nos pergunte se queremos, ou estamos preparados. E é sempre a mesma questão que me atormenta: Porque é que os Bons terão de partir primeiro?!

Sei que na sua imensa e desconcertante humildade se bateria na defesa de que não era melhor do que ninguém. Isso sempre fez de si um Homem diferente e, indissossiável disso, um Homem querido por toda a gente. E como não?

Conhecemo-nos há mais de 20 anos, a nossa amizade foi-se cimentando e, como sempre foi desinteressada, era genuína. O Ezequiel, aliás, não era Homem para ter amigos a 'fingir'. Eu sei disso. E lembro-me das muitas e longas conversas que tivemos. Segredos que guardarei em nome dessa amizade.

Calcorreámos milhares de quilómetros por essas estradas fora. Desde o 1.º Grande Prémio 'A Capital', em 1991, até... que interessa? Não será a morte física que nos separará. Quando muito, e porque não acredito em mais nada, até que eu me vá igualmente. Até lá, como se diz, "ninguém morre enquanto houver quem o recorde" a isso, meu Caríssimo Ezequiel, estou irredutivelmente comprometido. O Ezequiel há muito que faz parte do restrito grupo de Amigos - que foi minguando, confesso-o - que escusa de "fingir" que já cá não está. Claro que está! E estará sempre enquanto eu o recordar.
.
.
Como recordo aquele jantar - num GP Correio da Manhã - no Rossio ao Sul do Tejo (Abrantes)...
Como recordo aquela etapa de uma Volta ao Alentejo que fiz a seu lado, no Carro Vassoura, desde Valência de Alcântara, em Espanha, ao Alto da Pena, em Castelo de Vide onde chegámos quase duas horas depois do vencedor da etapa. (E aqueles moços espanhóis que não andavam!... E o almoço de sandes compradas à beira da estrada!)

E as Voltas a Portugal? Das 15 que eu fiz só me lembro de uma que o Ezequiel faltou. A 'máquina' pregou-lhe uma peça, mas logo, logo voltou para junto da Grande Família.

Do desgosto que sempre calou por ser preterido no Troféu Joaquim Agostinho àquela 'confissão' por alturas da passagem - muito especial, porque não está aberta ao trânsito comum - pelo paredão da luso-espanhola barragem de Cedillo [Volta ao Alentejo]...

«Sabes Manel quanto venho ganhar este ano? Pois digo-te: o dobro do que ganhei o ano passado; ora, se o ano passado não vim ganhar nada... faz tu as contas. Mas não estou a queixar-me. Eu até nem cobro o combustível que gasto. Arrangem-me uma caminha para dormir, almoçar não posso... venho pelo jantar, para estar juntos dos amigos.»

.
Conheci largas dezenas de pessoas - estiquemos até às centenas - durante os 15 anos que andei na estrada. Nenhuma como o Joaquim Ezequiel.

Há anos que a saúde - a falta dela - ameaçava que, mais dia, menos dia, mais ano, menos ano, a morte no-lo havia de roubar, mas ele foi resistindo e ensinando-nos a resistir. Com a bonomia e com um espírito de juventude interior - que nada tem a ver com a idade - que muitos, com um terço da idade dele jamais saberão demonstrar, soube ser feliz.

Há já alguns anos - 'mea culpa' - que não falávamos.
Desde que que fui 'cuspido' do Ciclismo por egozinhos medíocres, que nunca deixaram de o ser... mesmo vendo a sua vontade cumprida.
Não chegou para que a minha Amizade pelo Senhor Ezequiel fosse 'mordiscada'.

Nem mesmo depois, quando egos ainda maiores tudo fizeram para me manter afastado da Minha Família [mas falharam redundamente na sua OBRIGAÇÃO de dar esta notícia].

Família que, para que conste, não era, nunca foi, a dos doutores mas as dos Homens simples.
Como o Joaquim Ezequiel.

Amigo, não choro a sua partida porque sei que prefere assim.
Agarro-me à sua memória.
À memória de uma Família que já não existe - pelo menos por cá - e espero que... esperem por mim. Onde quer que estejam!

Até breve e um Abraço apertado.

ANO VII - Etapa 29



ANO VII - Etapa 28



terça-feira, março 13, 2012

ANO VII - Etapa 27

ORA ENTÃO, DEIXA CÁ VER...

A Efapel-Glassdrive, equipa comandada por Carlos Pereira, convida-nos para na próxima quinta-feira, dia dia 15, aparecermos por Gaia para testemunharmos a contratação de um novo reforço, nome conhecido, com provas dadas e com o qual a equipa vai tentar vencer a Volta a Portugal.

Devo avisar que nem nas 'raspadinhas' tenho sorte mas... deixem-me apostar:

É galego; o seu nome começa por D...; e já ganhou quatro Voltas a Portugal!
Acertei? Fico contente por me sair 'blanco'. :-)

Boa sorte e muitos êxitos.

segunda-feira, março 12, 2012

ANO VII - Etapa 26






São estes os percursos das quatro etapas da 30.ª Volta ao Alentejo em Bicicleta.

domingo, março 11, 2012

ANO VII - Etapa 25

A 30.ª EDIÇÃO DA 'ALENTEJANA'
ESTÁ PRONTA PARA IR PARA A ESTRADA

Foi o escritor estadunidense Mark Twain que, deparando-se com a notícia da sua morte, e os 'pormenores' da cerimónia fúnebre subsequente, num jornal local, escreveu ao director do dito jornal, mais ou menos isto (cito de memória):

«Agradeço a deferência e os elogios, gostei muito da forma como foi redigida mas... a notícia da minha morte estava um tudinho nada exagerada!»

Parece humor Alentejano!

Apressada e quase podendo sentir-se o gáudio com que foi escrita, a "morte" da Volta ao Alentejo foi-nos, obviamente de forma um nadinha exagerada, "anunciada" há alguns meses, aquando da revelação, em primeira mão [a FPC, justiça lhe seja feita, sabe pagar os 'favores' e, por isso era o único - mesmo que à custa da subtracção de um corredor na Selecção Nacional], o escriba presente no local (os Mundiais de Estrada) onde o Calendário é apresentado, emotivo, 'garantia':

«A Volta ao Alentejo desaparece do Calendário Nacional.»
Uma vez mais, cito de memória, podem não ter sido estas as palavras.

E, sempre recorrendo à minha memória, logo eu escrevi uma Etapa, aqui, no VeloLuso, oferecendo-me para, se fosse preciso sair de porta em porta a pedir dinheiro para que a NOSSA CORRIDA (não de todos e isso é óbvio desde há já alguns anos, mas de uma, ainda maioria) não desaparecesse assim.

Poucos minutos depois de a mensagem ter sido editada, o Teixeira Correia respondeu-me dizendo que a Volta ao Alentejo «não ia acabar».
Poucas horas depois, por telefone, o Joaquim Gomes garantia-me que, independentemente dos custos, a 'Alentejana' estaria na estrada, só não sabia - na altura, ainda como o fazer; mas garantiu-mo.
Dois grandes amigos meus.

Mas é evidente que não foi por mim que, cada um à sua maneira, e devo aqui acrescentar o Eng. Alfredo Barroso e todos os outros que se empenharam a fundo na manutenção da nossa corrida na estrada, que se deram a esse trabalho.
Foi porque reconhecem o quão importante é manter a 'Alentejana' na estrada.
Agradeço a todos.

Pois é.
A 'Alentejana' NÃO MORREU.
Não morrerá apesar do desinteresse de muitos, a indiferença e outros tantos e do ressabiamento de três ou quatro que nem conseguem esconder o quanto vibrariam com, já nem digo a 'morte', mas com uma interrupção da corrida, nem que fosse só por uma temporada.

São uns frustrados. Interiorizaram - sem razão válida - que sem eles a Volta ao Alentejo não sobreviria. Inventaram que, só graças a eles a Corrida cresceu, se internacionalizou, trouxe até nós algumas das maiores figuras do Ciclismo Mundial, àquela data, e estão mesmo convencidos que foram eles quem o conseguiu.

Numa primeira fase da prova, mesmo que isso não tenha sido real, como eram, mais ou menos - era assim naquela altura - figuras reconhecidas pelo público, quiseram disso tirar dividendos. Até que um dia, mais ou menos amadora, com mais ou menos falhas, a Volta ao Alentejo encontrou uma direcção - encabeçada pelo eng. Alfredo Barroso, e o Armando Oliveira e mais quatro ou cinco - e tiveram a coragem de traçar um risco no chão e dizer:
«Daqui não passas!»
A partir daí foi só fel o que debitou.

A propósito, e confesso desde já a minha ignorância, onde fica a Serra de São João, no Alentejo? Sim, essa que, tal como a Serra de São Mamede, ficaram ignobilmente de fora do traçado desta edição da 'Alentejana'. Eu li-o e publico-o aqui se for preciso.

Começar uma prova de quatro dias a subir São Mamede? Com estas equipinhas que temos?
Não... inverter a ordem das etapas...
ELE é que sabe.
ELE é que é Jeová destas coisas do Ciclismo.



MAS VAMOS À 30.ª EDIÇÃO DA VOLTA AO ALENTEJO...


Assim, temos...

1.ª etapa - 5.ª feira, 22 de Março


CASTELO DE VIDE-REDONDO, 165,8 km


artida: 11.30 horas - Chegada prevista: 15.30 horas


Metas Volantes

Fronteira (km 55,7 /passagem cerca das 12.50 h)

Redondo * (km 110,7 / 14.10 h)

Bencatel (km 124,8 /14.30 h)

(*) - primeira passagem pela meta

Montanha

Serra d'Ossa.1 (3.ª Cat./km 99 / 13.55h)

Serra d'Ossa.2 (3.ª / km 154,2 / 15.15 h)




2.ª etapa - 6.ª feira, 23 de Março

PORTEL-SANTIAGO DO CACÉM, 191,3 km

Partida: 11.15 horas - Chegada prevista: 16.05 horas

Metas Volantes

Viana do Alentejo (km 27,3 / 12.10 h)

Alcácer do Sal (km 78,9 /13.25 h)

Deixa-o-Resto (km 143,4 / 14.55 h)

Montanha

Santiago do Cacém (3.ª / km 153,2 / 15.10 h)


3.ª etapa - Sábado, 24 de Março

ODEMIRA-OURIQUE, 168,6 km

Partida: 11.20 horas - Chegada prevista: 15.30 horas

Metas Volantes

Sonega (km 31,5 / 12.15 h)

Sines (km 59,2 / 12.55 h)

Castro Verde (km 152,3 / 15.10)




4.ª etapa - Domingo, 25 de Março

MÉRTOLA-GRÂNDOLA, 151 km

Partida: 11.20 horas - Chegada prevista: 15.00 horas

Metas Volantes

Santa Vitória (km 57,7 / 12.55 h)

Canhestros (km 87,7 / 13.35 h)

Grândola * (km 123,7 /14.30 h)

(*) - primeira passagem pela meta

Montanha

Serra de Grândola (3.ª / km 132,7 /14,45 h)

terça-feira, março 06, 2012

ANO VII - Etapa 24

ELA AÍ ESTÁ DE NOVO

(foi prematuro o anúncio da sua 'morte')

.


sábado, março 03, 2012

ANO VII - Etapa 23

'CARTA ABERTA' AO MEU AMIGO
MIGUEL CARDOSO PEREIRA

Caro Miguel,
a propósito da tua Coluna de Opinião, publicada hoje, Sábado, dia 3 de Março de 2012.

Vá lá saber-se porquê - sabe-lo-às tu? -, num imenso universo de temas que poderias ter chamado ao teu 'Bairro Alto fora de horas', que no princípio, quando 'ganhaste' essa coluna, fazias questão que eu lesse antes de a publicar, lembras-te?... Sem, apesar de eu me manter fidelmente [com fiabilidade] informado de tudo o que gravita à volta da minha modalidade preferida, o Ciclismo, ter detectado nas últimas semanas qualquer problema extra-desportivo, apareces tu, sem o fundamentares de forma séria, falar de... doping.

De doping não!
Do doping no Ciclismo.
Porquê?
Foste atropelado por algum andador de bicicleta?
Alguém ciclomovido te atropelou o cachorro... bateu no teu carro?
O que é que te terá motivado?


De uma coisa tenho a certeza, não estavas minímamente inspirado.


Tinhas um jogo [de futebol - onde não há doping, claro, e malditos sejam aqueles que ousam recordar-se de casos como o que deixou Veloso fora do Mundial do México (mas aqui a história foi maliciosamente deturpada com o conluiu dos... Jornalistas Desportivos), ou do Abel Xavier, ou daqueles que, por pudor, todos os anos são anunciados... em Breves, sem que alguém se atreva a abrir uma página com o assunto]...


... recomeço, para que se não perca a linha de pensamento.


Tinhas um jogo de futebol que te preenchia a cabeça.


Solução... falar do doping no Ciclismo.


Afinal, e gostava que nos indicasses onde recolheste essa informação, o Anquetil, que venceu o Tour ainda tu não eras nascido - e quando ninguém falava de doping - e que morreu ainda tu não sabias ler... segundo a tua crónica, confessou «uso de substâncias proíbidas».


Quando ainda não havia uma lista de substâncias proíbidas!


Tal como o fizeram Aimar - sabes quantos aficionados sabem que este homem venceu o Tour em 1966? Aposta abaixo do um por cento e ainda assim, com muitos zeros a seguir à vírgula, se não quiseres perder por muitos. Onde o foste desencantar? E depois somas-lhes o Merckx, o Thévenet, o Zoetmelk, o Fignon... tirando o belga, mas esse é uma 'vaca sagrada', nunca li que nenhum dos outros tenham «confessado uso de substancias proíbidas».


Não estou a dizer que o não tenham feito...


E continuas, mas...


... 'Perico' Delgado (jamais o disse), Miguel Induraín (jamais o disse), Riis e Ullrich (disseram-no), Pantani (jamais o disse e morreu vítima de uma droga social, que em nada, antes pelo contrário, o poderia ter ajudado a ser melhor do que ele já era como atleta), Armstrong (nem disse nem jamais irá dizer...), Landis (disse? não! este foi apanhado) e a estória do Contador... sejamos um bocadinho inteligentes.


Pelo meio esqueceste-te de Coppi, Koblet, Bobet, Hinault, Fignon, Lemond... e, sei lá onde foste beber a informação, de Bahamontes, o primeiro espanhol a vencer o Tour (1959)... logo, 'suspeito'!


E tudo isto se encaixa no primeiro parágrafo da tua sinistra crónica.


O segundo parágrafo, esse é de todo mal nascido.


Escreves, Miguel, e cito: «Dir-se-à [aonde?] que o Ciclismo, particularmente [e o contraponto genérico?] é a mais humana das corridas...», fim de citação!


A mais humana das corridas? Em comparação com quais outras?


A descida, a pé e de costas, da arriba do Portinho da Arrábida? Do Cabo da Roca? A corrida em pés nús e sobre as águas do mar entre o porto de Peniche e a Berlenga?


Mas que modalidade consegue ser mais desumana que o Ciclismo? E tu tens a obrigação de o saber...


Olha que desumano foi para o pobrezinho do James Rodriguez ter jogado em Miami 48 horas antes de ter entrado no relvado da Luz; que desumano foi o longo voo, a dormir numa confortável classe executiva, e tão cansadinho que se mostrou...


Ou estaria DOPADO?!!! [que lhe deram uns comprimidos... para dormir? Isso até a Nossa A BOLA escreveu.


Tu fizeste, pelo menos, uma Volta a Portugal, comigo. E a Volta a Portugal... comparada com Giro, Vuelta e Tour... Pois!


Mas tu espalhas-te ao comprido - eu compreendo que haja dias maus, e a cafeína faz-nos sentir... grandes! - e confundes com «uma modalidade tão humana que se super-humanizou».


Que modalidade humana


Que leste tu, que sabes tu sobre Ciclismo? Com quem falaste que saiba?


Sabes que havia serventes de pedreiro, trolhas, trabalhadores agrícolas que se inscreviam na Volta a Portugal só porque, assim, tinham direito a uma refeição quente por dia? Nem que fosse só até enquanto aguentassem? Que sabes tu da História do Ciclismo?


Nada! Ficou evidente!


E depois, a quem de Ciclismo nada percebe, lá aparece, ciclicamente, aquela 'comichão' nos dedos para escrever sobre 'doping'. E conseguem ser tão naïf que me comovem. A sério.


Primeiro, tal como enquanto no Vosso querido Futebol não conseguirem introduzir as tecnologias necessárias - e deviam bater-se por eles TODOS os dias porque são vocês sempre os visados, mesmo que se fale dos árbitros [o que os 'prejudicados' querem mesmo é ler nos jornais que ELES TÊM RAZÃO] - ... caramba, ou são todos tontos, ou o lugar de Director, para mim já é pouco - também no Ciclimo urge definir o que é, ou não 'doping'. Não é esta lista de trezentos e não sei quantos produtos... dos quais, e já inflacionados, oito em dez não têm qualquer espécie de influência nos resultados desportivos.


Injectem-me hormonas de crescimento, ponham-me em cima de uma bicicleta e vão ver se eu consigo ganhar alguma corrida...


E escreves tu, Miguel, quase no fim, isto: «Certo é que a referida super-humanidade [conceito teu] no Ciclismo faliu. O Homem já não chega e começa a transformar-se em máquina...»


Define-me - e vou chamar aqui o futebol - o que é, afinal de contas, o Leonel Messi? E o Cristiano Ronaldo? Máquinas, é o que são, programadas de forma, digo-to eu, desumana! Mas fá-lo tu, por favor...


E acabas a tua crónica, sempre a referires-te ao doping escrevendo: «admitir aquilo que os humanos costumam ter: um vício».


Claro que há vício e vicios. Uns perfeitamente aceites pela sociedade, outros que rebaixam os seus praticantes à quase condição de pária. Por exemplo, por insistirem em fumar um cigarro. Inaceitável!


...


Agora voltemos ao 'Rei' Futebol...


No mesmo dia em que nos ofereceste aquela crónica sem pés nem cabeça, escrevendo do que não sabes só para encher a coluna que deves ter consciência disso, tendo em conta que há nomes bem maiores que o teu na redacção que nem são considerados porque são desalinhados, tu consegues, enquanto analizador das prestações individuais do clássico de sexta-feira considerar como melhor em campo um tipo que, ao marcar um golo em claro fora-de-jogo [e se no campo o não viram, eu sei que têm uma equipa de rectaguarda que vos informa daquilo que a televisão mostra e remostra, e eu vi...] disvirtualiza, não só o resultado deste jogo, em concreto, como o do campeonato.


Lembro-me de um dia, há seis anos, depois do meu regresso após longa paragem por doença, o nosso Chefe-de-redacção, então o Alex, en passant, me ter perguntado se não queria ir fazer um jogo de futebol, começamdo por fazer a análise à prestação dos jogadores de cada uma das equipas. Sabes o que lhe respondi? Que, embora pouco interessado, iria sim senhor, se ele fizesse questão, salvaguardando, contudo, uma questão - eu já era Jornalista quanto tu e ele andavam ainda no primeiro ciclo da escolaridade obrigatória - daria um redondo ZERO a todo(s) os fiteiros que eu detectasse que - e isso é tão valorizado nas crónicas e nas apreciações individuais que vocês fazem, para vergonha vossa, claro - 'cavassem' uma falta fora ou dentro da área (penalti, neste caso) e a todo e qualquer um que eu detectasse que fingiam ser alvo de falta, só para 'castigarem' um companheiro de profissão levando o árbitro a mostrar-lhes um cartão.


E toda a gente sabe que os Jornalistas escalados para a cobertura de um jogo, não escrevem nada sem o devido 'apoio na rectaguarda' da outra metade da equipa que fica na redacção a ver o jogo na televisão... uma, duas, três repetições (para além do facto de estarem a gravar o jogo e poderem voltar ao lance as vezes que quiserem).


O mesmo que nós, em casa! Quererem depois fazer de nós parvos, isso é inaceitável. Na nossa e qualquer outra profissão que seja!


O Maicon NÃO TEVE CULPA NENHUMA de o fiscal-de-linha não ter assinalado a infracção que cometeu e, da qual, redundou um resultado de uma partida de futebol completamente desvirtuado.


Os 'jornalistas' que, se não viram, foran, informados disso não o podem ignorar.


'Melhor em Campo' para quem resolveu uma partida... certo! Para quem a resolveu de maneira contrária às regras, nem que tivesse sido o único dos 26 em campo a ter jogado a bola... isso não aceito.


Como não aceito os teus julgamentos sumários - ainda por cima insustentáveis - de quem é, ou não dopodo no Ciclismo, do qual o mais que sabes é a quantidade de grades de cerveja que os 'acampadores' na Senhora da Graça bebem nos três dias que lá estão...


E a parte que, aqui, porque este espaço é público e eu não tenho o direito de fazer juizos de valor em relação à tua pessoa, por isso a cortei, não deixa, contudo, de pesar.


Sem jamais duvidar das tuas capacidades. Mas não sou cego!... Nem surdo.


Nem mudo!



Como poderia eu levar a sério a pseudo coluna de opinião?

domingo, fevereiro 12, 2012

ANO VII - Etapa 22

EM CASO DE DÚVIDA... PROCURA-SE DESFAZÊ-LA!

A Equipa de Tavira conseguiu, para esta temporada, um novo patrocinador. E todos os Comunicados Oficiais - os que deveriam ser tido em conta - desde o príncípio o identificaram como a CARMIM (já vão ver...)

O curioso é que, nos primeiros dias TODA a gente 'resolveu' rebaptizar a Adega Cooperativa de Reguengos de Monsaraz.

Carmin!, escrevia, e ainda hoje no tal 'generalista especializado em desporto' um jornalista da terra - Tavira - insistiu no CARMIN [ou as 'cabecinhas pensadoras' na Rua José Maria Nicolau acharam que sabiam da missa mais que o padre]; também aconteceu em A BOLA e o erro se manteve durante mais alguns dias depois de eu lhes ter mostrado como era.

Finalmente, consegui uma imagem que sustenta o que sempre disse.

Que TODOS estavam errados - O JOGO continua a estar errado.

Não vou gartar mais o meu 'latim'...
Mas, quando tiverem dúvidas, perguntem!


.

E a sílaba tónica é a segunda, logo, não se deve - aliás, não se pode mesmo - dizer cÁrmim, mas sim Carmim.

ANO VII - Etapa 21

SAMUEL CALDEIRA (CARMIM-PRIO-TAVIRA)
VENCE PROVA DE ABERTURA HOJE DISPUTADA
.

ANO VII - Etapa 20

TODA A GENTE SABE O MEU E-MAIL!
SÓ DUAS EQUIPAS ME ENVIARAM DADOS

(Estavam à espera de 'resmas' de páginas nos Jornais?
Só a Onda e, por coincidência, n'O JOGO, teve espaço decente.
Não pagaram deslocações, conbustível, jantar e alojamento
ao 'especialista'? Então o que é que queriam?!!!...)



Esta é a EFAPEL-GLASSDRIVE, do Carlos Pereira...



... e esta a CARMIM-PRIO-TAVIRA

sexta-feira, fevereiro 10, 2012

quinta-feira, fevereiro 09, 2012

ANO VII - Etapa 18

SABEM AQUELE SOM RESULTANTE
DE SE PASSAR COM O INDICADOR DIREITO,
DE CIMA PARA BAIXO, NO LÁBIO INFERIOR,
LIGEIRAMENTE ESTENDIDO PARA FORA?

(Para os que ainda acreditam que o anúncio da Apresentação Oficial de uma equipa de Ciclismo poderia ser notícia...)

A Etapa que antecede esta é, inegavelmente NOTÍCIA!

Desta vez não me dei ao trabalho de ver o que os outros fizeram (*), mas sei que o Comunicado saiu da Associação de Ciclismo do Algarve, via email e com destino à Federação Portuguesa de Ciclismo, às 13.12 horas.

Procurei notícias de Ciclismo e encontrei... uma. Que o alemão Jan Ullrich também foi suspenso - ele pôs termo a sua carreira no final da temporada de 2007, há quatro anos e meio - por dois anos a contar, segundo a notícia, a partir de 22 de Agosto de 2011!!!

Se isto não é uma notícia 'fabricada' pela 'fonte' - tipo... «não, não foi só o Contador, também penalizámos o Ullrich!» - é o quê?
Uma piada?
Antes fosse.

Se calhar foi, mas deixou de o ser quando os OCS lhe pegaram.
Que virá a seguir?

Que ao Joaquim Agostinho, desaparecido em 1984, lhe foi aplicado um castigo de (para sermos coerentes) dois anos de castigo a contar a partir de Fevereiro de 2012?

É tão parvo como Urbi et Orbi - e deveria ser esta, passe a conotação ao Vaticano - a forma como as EDIÇÕES ON-LINE DE TODOS OS JORNAIS estão desamparadas pelos seus responsáveis e pelos responsáveis dos seus responsáveis, só para não voltar a dizer aquelas duas palavras iniciada por «ig...» e por «in...» que sei que vos arrepiam a todos. As notícias na NET já não são para a Cidade. SÃO PARA O MUNDO.

Mas, como se aproxima o Carnaval, nada parece mal.

Nem o terem tido - não sei se o vão emendar daqui a bocado - desde as 14.16 horas escarrapachado que, em consequência do castigo sofrido, o Jan Ullrich acabou por perder o 3.º lugar na Volta a França de... 2205!!!

Não se faz a um homem que, pela notícia, não só viverá, como se manterá na alta competição por quase... 250 anos!




(*) - Afinal sou fraco e não resisti. Fui ver.

O generalista 'especializado' em Desporto colocou a notícia - QUE É MESMO NOTÍCIA!!! - às 14.05;

O JOGO... um minuto depois.


(Editado às 22.04)

ANO VII - Etapa 17

VOLTA AO ALGARVE'2012 EM DIRECTO
NA RTP.2 E NA EuroSport.2
(finalmente!... digo Eu)

A 38.ª Edição da Volta ao Algarve, que vai disputar-se entre os 15 e 19 de Fevereiro, será transmitida em directo pela RTP.2 e pela EuroSport.2
.

No Canal Público a corrida terá uma hora e meia de emissão diária.



(Caro Rogério, até porque o não mereço, não aguento mais.

Porque é que estou de fora da lista dos destinatários das vossas,

da Associação de Ciclismo do Algarve, mensagens?)