
[Acordo Ortográfico] # SOU FRONTALMENTE CONTRA! (como dizia uma das mais emblemáticas actrizes portuguesas, já com 73 anos, "quem não sabe escrever Português... aprenda!») PORTUGUÊS DE PORTUGAL! NÃO ESCREVEREI, NUNCA, NUNCA, DE OUTRA FORMA!
sábado, julho 04, 2009
II - Etapa 475

II - Etapa 474


Graças à Maria João Gouveia posso mostrar a foto da chegada e, para realçar ainda mais a facilidade com que o jovem do CC Barcelos venceu, a imagem do photo-finish.
Não resisto.
Barcelos. A terra do meu caro Pedro Cardoso. Abraço Pedro.
sexta-feira, julho 03, 2009
II - Etapa 473
Policiamento: ACM apela ao Presidente da Assembleia da República

[Documentos disponíveis em http://www.acm.pt/noticias.php?id=1084]
A Associação de Ciclismo do Minho apelou ao Presidente da Assembleia da República para que sensibilize o Governo e os Grupos Parlamentares no sentido da obtenção de uma solução urgente para o problema do policiamento. A carta foi enviada a Jaime Gama após a aprovação pela Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias do relatório referente à petição apresentada pela Associação de Ciclismo do Minho (ACM) na Assembleia da República, no dia 29 de Abril.
“Urge, sem mais delongas, pôr cobro à lacuna legal, à injustiça e à discriminação do ciclismo em termos da comparticipação do Estado com os custos do policiamento”, afirma a ACM na carta enviada a Jaime Gama na qual considera que “não resolver este grave problema é ultrajar todos aqueles que, diariamente e em regime de voluntariado, se sacrificam para promover a prática desportiva e a ocupação dos tempos livres dos jovens".
“Já são oito anos de insistentes diligências junto das entidades com competência para eliminar a tremenda injustiça que prejudica flagrantemente o ciclismo”, refere a ACM alertando que "não resolver é contribuir para a iminente interrupção da prática da modalidade, pois as entidades promotoras do ciclismo encontram-se nessa contingência”.
A Associação de Ciclismo do Minho reivindica a alteração do Decreto-Lei n.º 238/92 que não integra as modalidades praticadas na via pública no regime de comparticipação do Estado com os encargos do policiamento. A legislação em causa apenas traça o regime de policiamento aplicável ao interior dos recintos desportivos.
O Relatório referente à petição apresentada pela ACM na Assembleia da República propõe a remessa da mesma “aos Grupos Parlamentares e ao Governo para que, querendo, possam exercer a iniciativa legislativa sobre a matéria em causa”, salientando que “apesar de os grupos Parlamentares do CDS-PP e do PCP terem, a esta data, apresentado já as iniciativas e diligências que consideraram adequadas, deverão ter, igualmente, os restantes grupos parlamentares a oportunidade de actuar nesse mesmo sentido”.
“Não basta reconhecerem todos que temos razão", diz a ACM "suplicando" a Jaime Gama para que "sensibilize o Governo e os Grupos Parlamentares, todos conhecedores do assunto, para a obtenção de uma solução urgente do problema, se possível ainda no decurso da presente sessão legislativa".
Na carta dirigida ao Presidente da Assembleia da República, a ACM esclarece que “o Governo e todos os Grupos Parlamentares, na presente e em anteriores legislaturas, foram alertados para o grave problema do policiamento das provas de ciclismo (que ameaça seriamente a continuidade da modalidade) e sensibilizados a adoptarem as medidas consideradas necessárias”.
“O Senhor Provedor de Justiça recomendou ao Governo, em 2004, a alteração da legislação do policiamento de actividades desportivas, por forma a incluir o ciclismo no regime vigente do policiamento e da comparticipação do Estado nos encargos, através da R-2119/02”, refere a ACM ao recordar que o próprio “Instituto do Desporto de Portugal (IDP) reconheceu a existência de um vazio legal que impede o ciclismo de aceder à compartição do Estado com os custos do policiamento de actividades desportivas realizadas na via pública (parecer n.º 196/GJA/2009)”.
No entanto, conclui a ACM, “não basta reconhecerem todos que temos razão", sendo imperioso alcançar uma solução definitiva para o problema.
Mais informações em www.acm.pt
II - Etapa 472

II - Etapa 471

São estas as etapas:
Dia 3 de Julho – 1.ª etapa: Vila do Conde - Barcelos
Dia 4 de Julho – 2.ª etapa: Arazede - Montemor–o-Velho
Dia 5 de Julho – 3.ª ttapa: Marinha Grande – Alcobaça
quinta-feira, julho 02, 2009
II - Etapa 470
[A quem interessa este impasse?
O principal prejudicado está identificado
e a pagar por ter tido a coragem de lutar pelos seus direitos!]
Alegadamente, a instituição que, em Portugal, rege a luta contra o doping - que por esta altura há-de estar, quero eu acreditar, a ler um livro há dois dias posto à venda onde, alguém perfeitamente identificado, confessa que se dopou e deixa pistas suficientes para que seja aberta uma investigação -, recorreu, com o apoio expresso da Agência Mundial Anti-dopagem, junto do TAS (Tribunal Administrativo do Desporto) da segunda ilibação, por parte do Conselho Jurisdicional da FPC, dos 'castigos' impostos ao João Cabreira.
Essa instituição tem uma função bem clara e regulamentada. No seio da FPC quem primeiro se pronuncia acerca dos dados por aquela facultados é o Conselho de Disciplina que tem poderes para lavrar castigos.
Só que, acima da CD existe um outro Órgão institucional dentro da mesma federação, que é o Conselho Jurisdicional. Cujas decisões não são passíveis de recurso.
Na sua cruzada, alegadamente a instituição que em Portugal rege a luta contra o doping utilizou a sua última cartada, recorrendo ao TAS.
Ora o TAS não ouve, nem leva em conta nas demandas que lhe chegam, argumentos ou posições de terceiros.
As coisas são tratadas a três.
O TAS, ele mesmo, com os seus doutos especialistas, a organização que condenou - e não a que a esta forneceu os dados - e o condenado.
Neste caso, ilibado. Duplamente ilibado.
Contudo, manda o regimento que, dada entrada um recurso este tem, obrigatoriamente, que ser analisado.
Como disse, será uma questão a três.
E o acto é pago.
Neste caso, pelo punidor, a FPC, e pelo punido, o João Cabreira.
Independentemente da decisão final e esta irredutivelmente definitiva.
A desistência de uma das partes significa a assumpção de culpa.
Não se pode evitar uma audiência junto do TAS.
Ora, se, dentro da mesma instituição - no caso, a FPC - o Órgão ao qual compete a apreciação final ilibou - por duas vezes - o Corredor, que poderá o TAS fazer se não dar provimento a sua decisão?
Porquê recorrer ao TAS então?
Por despeito. Por aquilo que já uma vez escrevi e me valeu um Processo na Justiça.
Há quem não admita poder não ter razão.
Pelo meio... tanto a FPC como o Corredor vão ser obrigados pagar taxas judiciais. Mais despesas, mais falta de respeito pelo dinheiro que, de um dos lados vem do erário público, dos impostos de todos nós; do outro lado só vejo vejo a vontade de calcar sobre a ferida que ainda dói.
Mas há mais.
Sei que até há dez dias atrás, bem depois de a notícia ter sido posta a correr, o Corredor não recebera ainda qualquer intimação do TAS, sendo quem, como em tudo, há prazos estipulados e que devem ser cumpridos.
Amigo João, compreendo que te sintas desesperado; cercado; que, de cada vez te abrem a porta, dando-te razão, ilibando-te... logo cais noutro círculo fechado e, à primeira vista, sem saída.
É o preço que está a pagar por teres tido a CORAGEM de enfrentar o sistema.
És o Marlon Brando no filme 'Há lodo no cais"...
Mas ele venceu.
Levanta-me essa cabeça, sabes que contas com os amigos de sempre.
terça-feira, junho 30, 2009
II - Etapa 469
(e a sensação é a de que tudo está
armadilhado e isso magoa)
É a principal arma de quem sabe que é detentor do poder - seja em que área for -, embora algumas vezes se irrite com factos com os quais não é capaz de lidar, porque são factos, não desmentíveis, não manipulávéis...
Mas como podem, têm (quase sempre) trunfos guardados para, se isso for necessário, tentar, pelo menos tentar, virar o jogo a seu favor.
Digo pelo menos tentar porque, na verdade, poucas vezes o têm que fazer por falta de oposição, de quem consiga o contraditório.
Nos últimos tempos, e isso é constatável, têm-se precavido. Sabem que, a qualquer momento podem ser contestados e, como disse, guardam trunfos. Na manga. Como todos os batoteiros.
No passado dia 27 de Junho, quando, e todos os que seguem o processo o sabiam, publiquei aqui esta imagem:

Foi o único artigo que li - que que não quer dizer que outros OCS o não tenham feito, dos que li, este foi o único - e que marcava a data do final das suspensões preventivas de Corredores, técnico, massagistas, presidente do Clube e médico do PCC.
Não escrevi, na altura, que o artigo estva perfeito... Fiquei-me pelo facto de ter sido o único artigo que nos recordou o acontecimento.
Na altura não o escrevi, mas, confesso agora, fiquei preocupado com algumas passagens.
Por exemplo, cito as declarações do presidente da FPC:
«É um processo enorme, com diversos volumes, que terminou à [sic] - devia der... há - cerca de mês e meio e que deverá ser, assim espero, alvo de apreciação pelo Conselho de Disciplina até ao final do próximo mês [Julho]. O CD tem por hábito ser rápido nas suas decisões e estou em crer que até ao termo de Julho a sua decisão será conhecida, não obstante eventuais recursos poeteriores.»
Antes disto, e saído da pena do autor do artigo - sem que o sustente em factos de direito - lê-se, a abrir a peça, e volto a citar:
«Quando as justiças não se encontram - penal e desportiva - surgem desfechos incomuns como os de hoje [26 de Junho, data da publicação do artigo em causa], os protagonistas do "caso LA-MSS", corredores e dirigentes, completaram o prazo máximo de um ano de suspensão preventiva imposto pela FPC e podem regressar à competição.»
Comecemos por aqui de modo a que os adeptos percebam o que, de facto, se passou. Se está a passar...
- A FPC não impôs um ano de suspensão a ninguém;
É um caso de conhecer os Regulamentos.
Os factos nos quais os presumíveis implicados - e recordo que na Língua Portuguesa, esta palavra tem dois significados, o primeiro arrola-os como DE FACTO protagonistas provados; o segundo significa que, mesmo sem nada provado contra eles são IMPLICADOS por simples suspeita de terceiros - poderiam vir a ser castigados enquadravam-se num castigo disciplinar de DOIS anos sendo que os Regulamentos têm claro que uma suspensão preventiva NÃO PODE IR ALÉM DE METADE DO TEMPO da eventual concretização do castigo.
A FPC não impôs uma suspensão de um ano... Previa que, até hoje, tivesse conseguido o castigo máximo de DOIS ANOS a todos os que arrolou como... "culpados".
Passou um ano, tal não aconteceu... a suspensão preventiva deixa de ter efeito, para além de, como escrevi na altura, ter ROUBADO uma ano de vida a todos os envolvidos.
Segunda falha no texto original.
Não há, de forma alguma há qualquer ligação entre justiça penal e desportiva.
Logo, o atraso da primeira não justifica o da segunda.
Que fique claro.
E o motivo da minha preocupação...
O senhor presidente da FPC fala em, cito: «Não obstante eventuais recursos posteriores».
Descodifiquemos tudo isto.
A Justiça Desportiva teve mais do que tempo para decidir.
De forma não admissível, esticou todos os prazos à espera de uma decisão Judicial, pese embora dela poucos proveitos pudesse vir a tirar. Mas serviu de argumento para prolongar o martírio destes homens impedidos de exercer a sua profissão.
Depois, adivinha-se o arquivamento do processo cível.
Por falta de enquadramento legal.
Há quantos meses eu escrevi aqui isto?
Porque ninguém se interessou em seguir a pista?
A seguir, porque não será mais sustentável segurar a decisão desportiva, os resultados serão os mesmo mas, seja a FPC, seja qualquer outro organismo empenhado neste caso... pode recorrer.
O que significará que a via sacra daqueles homens será prolongada.
Mais... dois deles, pelo menos dois, têm já equipa para poderem correr a Volta a Portugal.
Só que, com a FPC a arrastar a divulgação das suas decisões até final deste mês... quando elas vierem a público virão coladas com os já anunciados recursos, o que não irá dar tempo a que os Corredores possam recorrer desses recursos a tempo e participar na Volta.
Esta história mete nojo.
É uma perseguição pessoal e não tem nada a ver com prosaicas lutas anti-doping.
Tal como à mulher de César não se pedia que fosse séria, mas que parecesse que o fosse, os verdadeiros protagonistas de todo este processo - que não são os implicados, mas os implicadores - já podiam ter encenado uma acção semelhante, visando qualquer outra equipa, mesmo avisando com 15 dias de antecedência para haver tempo de resguardar as tais caixas de medicamentos sem nome e máquinas de medição do hematócrito.
O povão até tinha "engolido" a história da "vontade da defesa da verdade desportiva".
Nem nisso conseguiram ser inteligentes.
E volto um pouco atrás...
É o mal dos "governos absolutistas".
Não sentem necessidade de parecer sérios...
II - Etapa 468
Deixei passar uns dias para ver se alguém aparecia a tentar explicar o que está a acontecer.
Falso!
Os campeonatos de 2008 NÃO FORAM HOMOLOGADOS logo, oficialmente NÃO HÁ CAMPEÕES de 2008.
Então, porque é que ao João Cabreira foi impedido usar a Camisola de Campeão Nacional, isto enquantro os outros CAMPEÕES NÃO OFICIAIS as usaram?
Que têm a dizer a isto os directamente interessados? As suas equipas? Os seus patrocinadores que AINDA SÃO QUEM SUSTENTA A MODALIDADE?
E insisto...
Onde - mostrem-mo - está o Comunicado (convinha que sem datas falsas) que confirma que os titulos de 2008 NÃO SÃO OFICIAIS?
II - Etapa 467
segunda-feira, junho 29, 2009
II - Etapa 466
E, do nada, sai-me esta informação...
estas informações...
O JOÃO CABREIRA venceu NÃO OFICIALMENTE o Campeonato de estrada (fundo) do ano passado.
NÃO OFICIALMENTE... porquê?
Passe a redundância, oficializado por que Comunicado Oficial da Federação Portuguesa de Ciclismo?
(E não me venham com comunicados cozinhados na hora, como um tal que autorgava, em folha institucional, com Código Postal e tudo, um curso que teria sido completado numa altura em que... nem havia ainda Código Postal!)
Qual é o Comunicado Oficial da FPC - número e data - que define como NÃO OFICIAL o título conquistado pelo João Cabreira o ano passado?
Se foi autorizado a correr, o mais que podia ter acontecido teria sido, pós campeonato, o Corredor ter sido apanhado em qualquer situação que, à luz dos Regulamentos, o impediria de ostentar o título.
Não aconteceu. Todos sabemos disso.
Mais, todas as provas têm uma data limite para serem homolgadas.
A dos Campeonatos Nacionais do ano passado foi abusivamente ignorada...
Não se deixa de se ser Campeão porque a FPC se esqueceu de homologar a prova...
ou então apresenta dados concretos - sempre passíveis de recurso - para o não fazer.
Fê-lo? Não!
O Campeonato Nacional de Estrada, vertente de Fundo, não existiu o ano passado apenas por vontade da... FPC.
Lamento que a Confederação do Desporto de Portugal, liderada pelo meu amigo Carlos Cardoso, se deixe levar nesta maningância.
Voltarei ao assunto.
Não sem antes deixar bem expressa a minha repulsa por actos de puro autoritarismo só comparáveis às desprezíveis ditaduras onde quem está no poder faz tábua raza da Lei. Mas pequenos ditadores só se sustentam à custa de grande falange de repugnantes 'pretorianos'.
Que haja quem tenha um pouco de vergonha...
Não há HOMENS de espinha direita no Ciclismo português?
Parece que não!...
II - Etapa 465
Disputaram-se no final da última semana os Campeonatos Nacionais de Ciclismo...
... Glória aos Vencedores; Honra aos vencidos.

- Dois destaques...
* primeiro para o facto do 'velho' Joaquim Andrade ainda ter conseguido ser 5.º classificado (já agora rectifico o que escrevi há algumas etapas atrás, om Quim vai disputar a sua 21.ª Volta a Portugal consecutiva - tendo terminados todas as 20 já cumpridas - e não a 20.ª como eu escrevi. Obrigado Teixeira Correia pela chamada de atenção!)
* segundo para o honroso 10.º posto de um Corredor de uma equipa Elite não profissional, o César Fonte, do Cartaxo.
. - Dois destaques...
* primeiro, para o 4.º lugar de outro dos 'avôs' do pelotão, o Joaquim Sampaio (quem primeira parte de época estás a fazer Quim!!!)
* segundo, para o facto de Hélder Oliveira ter sido o único a conseguir ficar no top-five em ambas as especialidades. Parabéns...
As classificações:
Fundo...
1.ª, Ester Alves (4 Life-Freebike-Bike Clube São Brás), 2.00,59 horas
2.ª, Celina Carpinteiro (4 Life-Freebike-Bike Clube São Brás), 2.03,07 h
3.ª, Rute Costa (4 Life-Freebike-Bike Clube São Brás), 2.06,21 h
'Crono'
1.ª, Ester Alves (4LIfe-Freebike-Bike Clube São Brás), 23,29 minutos
2.ª, Ângela Fernandes (CC Spol-Caixanova), 25,38 m
3.ª, Ana Vigário (4Life-Freebike-Bike Clube São Brás), 25,40 m
.
Última nota... 
tem nas suas fileiras
os dois campeões ibéricos.


domingo, junho 28, 2009
II - Etapa 464
AS CINCO METAS VOLANTES
NUMA ETAPA DO TROFÉU JOAQUIM AGOSTINHO?
Negá-lo-ão, estou certo, e será a minha palavra contra a deles, mas juro que, ao longo de muitos anos alguém muito chegado perorava, ano após ano, contra, por exemplo, o GP Abimota porque tinha a Camisola da Câmara Municipal, a Camisola da Junta de Freguesia, a Camisola da Associação dos Bombeiros; a Camisola da Associação de Reformados; a Camisola da Associação dos Sem Abrigo; a Camisola da Associação dos dos Fumadores de Cachimbo... [percebem que é caricatura, não?]
Há dias deixei aqui uma pergunta no ar:
Como é que uma etapa de uma prova que faz parte do Calendário Internacional, no Circuito Europeu, contra tudo o que está nos regulamentos, apresenta... CINCO metas volantes.
Não 'exijo' que mo respondam aqui... mas há quem, ainda que indirectamente, esteja muito próximo da organização e continue a a exibir-se como um... 'jornal'.
Já lá deixei o repto.
Há alguma coisa a esconder?
Deve haver uma explicação lógica.
Justifiquem os apoios que recebem.
II - Etapa 463
Acho que era o António Dias - caramba, há 'séculos' que não vou ao Cyclolusitano!!! - que embirrava solenemente comigo quando, na sua opinião, eu argumentava, de forma a aligeirar a carga negativa que sempre 'esmagou' o Ciclismo adiantando que o doping não era, não é, mal exclusivo da NOSSA modalidade.
Contra-argumentava ele que o que se passa de mal com os outros não justifica e blá, blá, blá... estava (está) certo. Eu apenas queria vincar que UM caso de doping no Ciclismo valia, em termos de notícia, pelo menos 100 vezes mais do que em qualquer outro atleta de qualquer outra modalidade.
Deixemo-nos de entretantos e vamos directamente aos finalmentes...
A maioria dos portugueses que lêem diariamente jornais desportivos leram hoje isto...
.
Olha que novidade! A não ser a do lançamento do livro...
Mas, contudo, no universo dos que leram isto, já arrisco que a grande maioria não ouviu as declarações do mesmo fulano aos microfones de uma rádio nacional.
Que disse ele?
Que é tudo verdade, mas que, quando esteve no FC Porto nunca aconteceu.
Ah! ah! ah! ah!...
Deve ter-se lembrado dos abanões que o holandês Co Adriensen levou, dentro do seu carro, à saída do Olival... É que, sendo TODOS maus, nos hooligans à portuguesa há uns mais maus que os outros. Maus e tão 'respeitados' que se dão ao luxo de acompanharem o seu 'Papa', que se apresentou num tribunal escoltado por dois polícias e duas dezenas de guardas pretorianos.
Cá para mim, o livro só vai sair depois de... visto e revisto.
Mas que há, há...
sábado, junho 27, 2009
II - Etapa 462
Não vou voltar aos mesmos argumentos que, na devida altura - que foi logo desde a primeira hora - aqui esgrimi com a total consciência de que este processo, ferido de ilegalidade desde a raiz, iria dar em nada. Só os, naturalmente, ou por cegueira, obtusos encheram laudas de serviçal opinião que tentava sustentar o insustentável.
Tiro daqui o meu chapéu ao João Santos que deixou provado ser um JORNALISTA imparcial. E foi o único com a suficiente sensibilidade de Justiça a ter a coragem de, na hora certa, lembrar aos esquecidos e, sobretudo, aos... 'esquecidos' que a data de ontem não era uma data qualquer no Ciclismo luso.
Poderia escrever aqui, agora, ainda que resumido, a diferença entre ser-se Jornalista e escrevinhador de 'notícias'; entre quem não receia sublinhar factos, e este indesmentivelmente é-o, e quem não passa de mero cumpridor de agenda - e se a agenda ignora a data... não há notícia - ou, pior ainda, de quem está tão comprometido que, mesmo sabendo, por motivos que quase todos conhecem... calam.
Eu já aqui havia deixado uma pista.
Que reponho nesta Etapa.
Há exactamente dez dias que o Conselho Disciplinar da Federação Portuguesa de Ciclismo está a avisar os elementos suspensos há um ano que essa suspensão terminava ontem.
Suspensos preventivamente durante UM ANO quem que, nesses 365 dias o mesmo CD tivesse conseguido provar os motivos dessa mesma suspensão preventiva.
Mas se todos sabíamos que isso ia acontecer...
E agora?
Será que vamos conseguir perceber em que Estado de Direito vivemos, realmente?
Tirando o médico e o dirigente, foram oito as pessoas inicialmente suspensas, tendo acontecido a 'repescagem' de mais um elemento.
Há um ano que são olhados, passe a expressão, como 'criminosos'; há um ano que estão impedidos de exercer a sua profissão; tiveram que procurar outras saídas profissionais para poderem dar de comer á família... e hoje estão livres e podem, se alguém os quiser contratar, voltar à actividade sem que qualquer coisa fosse provada contra eles e que sustentasse a prevenção preventiva.
E ninguém vai ser responsabilizado por isso?
Quem vai devolver a estes homens este ano de vida perdido?
Não consigo esquecer-me das ridículas fantasias em se criar uma Associação de Equipas Profissionais. Lembro-me da ridícula ideia - e aqui só a adjectivo desta forma porque partiu da mesma pessoa que, sazonalmente, aparece a defender uma Associação de Equipas Profissionais (profissionais????, hummmmmmm....) - da criação de uma Liga...
... mas não esqueço o ensurdecedor silêncio de TODOS em relação ao assassinato do Póvoa Cycling Club. Se foi para tentar salvar a pele a uma outra equipa... falhou. Como pode ser constatado.
Voltarei ao assunto, estejam descansados. E espero, sinceramente espero, que a consciência vos pese. A TODOS.
E para que não fiquem dúvidas de que estou aqui a rebolar-me a rir á VOSSA custa, vou terminar assim:
Grande Agraço para ti Manel;
Grande Abraço para ti, Pedro;
Grande Abraço para ti, Afonso;
Grande Abraço para ti, Cláudio;
Grande Abraço para ti, Tiago;
Grande Abraço para ti, Rogério;
Grande Abraço para ti, Paulo;
Grande Abraço para ti, Fernando...
e um grande, Grande Abraço para ti também, João.
Que tentaram mas não foram capazes de te apanhar noutra rede.
E fica a solene promessa...
... eu não desistirei até que a Justiça seja reposta em relação a estes Homens.
E, com com o peso da minha insignificância, virei a pedir cabeças... e cabecinhas também.
II - Etapa 461

(Ainda há quem, cuja memória não se apaga!... Bem haja.)
sexta-feira, junho 26, 2009
II - Etapa 459
QUE MANDAM, COMO ENCARAR O FACTO DE
O MAIOR CORREDOR DE SEMPRE SER... UMA MULHER?
É, incontornavelmente, a notícia do dia.

A pouco mais de quatro meses de completar... 51 anos de idade, Jeannie Longo sagrou-se ontem - mais uma vez e quem é que, de memória, ainda consegue por quantas? - campeã de França de contra-relógio deixando a segunda classificada a cerca de meio minuto.
Segundo a Agência Lusa, é o seu 56.º titulo nacional, aos quais há a acrescer quatro medalhas olímpicas. Não refere os títulos mundiais...
Eu rendo-me e, orgulhosamente - enquanto apaixonado pelo Ciclismo - curvo-me perante a sua figura. Haverá alguém com quem a comparar? Digam-me.
(Acrescentado no Domingo, dia 28 de Julho)
E ontem, foi terceira na prova de fundo, ganhando mais uma medalha...
quinta-feira, junho 25, 2009
II - Etapa 458
A 32.ª edição do Grande Prémio Internacional de Ciclismo de Torres Vedras/Troféu Joaquim Agostinho, que decorrerá de 8 a 12 de Julho, sendo uma prova 2.2, foi ontem apresentada.
O programa é composto por um prólogo e quatro etapas.
Dia 8 (quarta-feira) – Prólogo

17.00 h – Brejenjas (Silveira)-A-Cunhados, 9 km
Dia 9 (quinta-feira) – 1.ª Etapa
Silveira (11.45 h)-Benavente (15.50 h), 176,3 km
Dia 10 (sexta-feira) – 2.ª Etapa
Sobral Monte Agraço (11.45 h)-Carvoeira/Parque Éolico (15.20 h), 151,6 km
Dia 11 (sábado) – 3.ª Etapa
Manique Intendente (11.45 h)-Vimeiro (15.55 h), 181,4 km
Dia 12 (domingo) – 4.ª Etapa
Circuito de Torres Vedras, 12 voltas (15.30/18.05h), 98,4 km
A área de abrangência do Troféu Joaquim Agostinho é a zona Oeste, parte da Área Metropolitana de Lisboa, alarga-se ainda ao Ribatejo e distrito de Leiria num total de 616,7 km.
Este ano perfaz 25 anos que Joaquim Agostinho pretendia disputar o Grande Prémio Internacional de Torres Vedras, todavia nesse ano sofreu o trágico acidente que o vitimou.
Assim, em sua homenagem, o Prólogo desta edição do Troféu que tem o seu nome deste 1985, partirá da sua aldeia natal Brejenjas.
A 1.ª Etapa, no dia 9 de Julho, ligará a Silveira a Benavente, com um total de 176,3 km num traçado inicial com pequenas dificuldades e com os últimos 100 km planos e uma espectacular aproximação final;
No dia 10 de Julho, a partida da 2.ª Etapa será do Sobral de Monte Agraço indo terminar no Parque Éolico da Carvoeira.
As cinco metas volantes [???] (*), quatro metas de Montanha e dois pontos quentes num percurso acidentado de 151 km garantirão a emoção e espectacularidade desta etapa que seguramente deverá ser a rainha deste Troféu;
A 3.ª Etapa, no dia 11 de Julho, com partida da bonita Praça dos Imperadores de Manique de Intendente e chegada ao Monumento da Batalha do Vimeiro será a mais longa com os seus desafiantes 181,4 km, apresentando uma dificuldade média;
A 4.ª e última etapa será a da consagração que definirá qual o Vencedor Final do Troféu Joaquim Agostinho'2009. Este ano manteve-se o traçado do ano passado tendo-se deslocado a chegada para o topo da Avenida Poente mas mantendo-se a Partida junto ao Monumento a Joaquim Agostinho.
Os ciclistas percorrerão os 8,2 km do percurso 12 vezes num total de 98,4 km.
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(*) - O press-release que recebi, e transcrevo praticamente da íntegra, remete-nos para o site oficial da prova, que podem ver aqui www.trofeujoaquimagostinho.com.
Infelizmente não encontrei o Regulamento Particular da prova.
Lembro, por isso o RGTC da Federação Portuguesa de Ciclismo, decalcado do regulamento da UCI.
Título 2 - PROVAS DE CICLISMO DE ESTRADA
Capítulo VI - PROVAS POR ETAPAS (N)
Bonificações
Artigo 2.6.019
É permitido prever bonificações nas seguintes condições:
1. Grandes Voltas
sprints intermédios, máximo por etapa: 3
Bonificações máximas
sprints intermédios: 6 - 4 e 2 segundos
chegada da etapa: 20 - 12 e 8 segundos
2. Outras provas
sprints intermédios, máximo por etapa: 3
Bonificações máximas
sprints intermédios: 3 - 2 e 1 segundos
chegada da etapa: 10 - 6 e 4 segundos
Artigo 2.6.020
Só podem ser atribuídas bonificações nos sprints intermédios de etapas, caso também o sejam na chegada.
Toda a gente sabe que a soma da bonificação, para o primeiro a passar nos sprints intermédios, não pode ser superior à bonificação máxima no final da etapa.
[vide: Grandes Voltas... 3x6=18; chegada=20; outras provas... 3x3=9; chegada=10]
Tenho que confessar que, neste momento, não sei se esta corrida tem ou não bonificações. Pode não ter.
E bonificações onde?
Só nas Metas Volantes?
Ou também nos Pontos Quentes?
Só nas Metas Volantes... digo eu.
Então como é possível uma etapa ter... 5 (cinco) metas volantes?
Lembro-me, aqui há uns anos e nesta mesma corrida, que quando estava a escrever a 'Etapa do Dia', que não era mais do que a apresentação da etapa que decorreria no dia seguinte [o dia em que o jornal saía para a rua] ter detectado um erro no regulamento particular pois a jornada era dividida em duas meias-etapas e, sendo que as meias-etapas só dão 6 - 4 - 2 segundos de bonificação, estavam previstas, para a primeira meia-etapa, três metas volantes que davam... 3 - 2 e 1 segundos de bonificação, o que contrariava o regulamento que é claro: a soma do máximo das bonificações intermédias não pode ser superior à bonificação final para o vencedor da etapa.
Fico com esta dúvida.
Não vai haver bonificações nenhumas... embora, e ainda assim haja um limite máximo para sprints intermédios e a etapa em causa tem... oito (8), e estamos apenas perante uma situação... comercial, ou então não estou a ver o Colégio de Comissários a deixar passar um erro tão grosseiro como este, pese embora o facto de, só por já ser oficial, esta corrida ter tido que passar pela aprovação da Federação Portuguesa de Ciclismo...
Fico a aguardar que a minha dúvida seja esclarecida.
Porque eu sei que a esmagadora maioria dos simples adeptos não conhece os regulamentos, mas isso não legitima o seu atropelamento.
II - Etapa 457
II - Etapa 456
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Começam esta quinta-feira, 25 de Junho, em Santa Maria da Feira, os Campeonatos Nacionais de Estrada, organizados pela PAD/Lagos Sports, que se estendem até 28 de Junho.
As provas de contra-relógio realizam-se nos dois primeiros dias de competição para os cadetes, femininos, juniores, sub-23 e elites.
No Sábado e Domingo realizam-se as provas de fundo, também para todos os escalões em competição.
Rui Costa, que corre na espanhola Caisse d'Épargne, vencedor da prova francesa 4 Dias de Dunquerque e que mais recentemente terminou na 13.ª posição a Volta a Suíça confirmou a inscrição na prova em linha do Campeonato Nacional de Fundo da classe Elite.
O Europarque será a zona nevrálgica da organização durante os cronos enquanto o castelo de St.ª Maria da Feira irá servir de ponto de partida e chegada de todas as provas de fundo.
