quinta-feira, janeiro 27, 2011

ANO VI - Etapa 19

QUEM NÃO LEU NA ALTURA...
LEIA AGORA ATENTAMENTE
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Não é um 'manda bitaites' qualquer, todos o conhecem...
Interessou-se por um caso no Ciclismo.
Lê-se bem na foto ao lado, mas eu não resiste em repeti-lo:
'






















HOJE FALAMOS DE CICLISMO E DE UM CASTIGO
PESADO NOS CENÁRIOS DA DOPAGEM'
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É um artigo assinado por um Jurista e Docente Universitário nesta área...
Espero que se leia bem, mas há uma parte a reter:

O Pedro Lopes foi afastado, por castigo federativo, por 15 anos.

Argumento chave: por faltar a um controlo fora de competição, o que à luz da legislação em vigor é equiparado a controlo positivo... no que seria reincidente depois de um caso em 2004, como adianta o parecer do Conselho de Disciplina da FPF.

Contudo, como sublinha neste artigo o Doutor Ricardo Costa, o quadro legal, à altura (em 2004) era substialmente menos severo do que o actual, mesmo para casos de reincidência.

E se ele, que é doutor em Leis acha que não é lógico 'colar' as duas situações, eu, leigo na matéria, fico-me por aqui...

Na minha inocência lembro, contudo, que há 45 anos atrás o meu avô só acendia o cigarro com um velho isqueiro, que usava petróleo doméstico como combustível, depois de se certificar que não havia nenhum agente da autoridade a testemunhar tão criminoso acto.
Era proíbido! Pelo menos na via pública.

Agora imaginemos... tinha sido apanhado uma vez.
Pagaria a multa (porque era gente de bem, e temente à autoridade, como convinha nesse tempo) e ficava sem o isqueiro. Morreu velho, e de velhice, há mais de 30 anos. Mas imaginemos que ainda era vivo e perfeitamente autónomo. Estava no seu cafezinho favorito a beber uma bica e, com a complacência do proprietário, acendia um cigarrinho sendo que no espaço, hoje em dia, não se pode fumar. E aparecia uma brigada da ASAE.

Se alguém que percebe de Leis me lê, explique-me, por favor, se a multa a aplicar ao senhor Manuel José (herdei dele o nome) seria passível de ser agravada pelo facto de ser... reincidinde, uma vez que em 1966 já havia sido multado por usar um isqueiro na via pública, o que era proíbido, por muito que os mais jovens achem estranho.

ANO VI - Etapa 17

ESTA JÁ É VELHA...
MAS SEMPRE ACTUAL

Em relação aos atletas - de atletismo - espanhóis envolvidos na Operación Galgo, o que ainda continuamos a ler é que... 'se consideram inocentes'. Pois... mais ou menos 'inocentes' que o Contador, por exemplo. Estão, coitados, é a perder espaço na CS em relação aos colegas que andam de bicicleta...

Os 'especialistas' lusos na modalidade aceitam, portanto, que os primeiros são mais 'tótós' que os Corredores de Ciclismo, 'malandros' que sempre estiveram de conluiu com os 'malvados dos médicos' que, por acaso, até são praticamente os mesmos.

Dos quatro que se falou, dois, os manos Fuentes são os mesmíssemos!
E eu a morder a língua!...

Quanto aos portugueses, mesmo que de origem nigeriana, nem pensar que possam estar envolvidos - e quem é que já fez alguma coisa para tentar demonstrar o contrário? Ah! há medalhas mundiais e olímpicas em jogo!... pois!, e que valem mais do que a vitória numa Volta a França?

E a pobre anémica que, em três meses, chegou a Campeã Europeia???
Ok... chiuuuuu!
Isso não é para se falar...
Eram ambos treinados pelos médicos agora acusados?
Mero pormenor sem qualquer tipo de interesse. Nomeadamente para a ADoP que, depois das incursões ao País Basco na peugada do João Cabreira, ficou sem verbas para ir a Madrid...

Posso oferecer 800,00 €?

ANO VI - Etapa 16

QUE TRISTEZA... QUE INDIGNIDADE...
COMO DIZEM OS ESPANHÓIS...
QUE FALTA DE COJONES

Profundo conhecedor da Modalidade, analista isento e, demonstra-o uma vez mais, completamente contra 'intifadas' ou julgamentos à moda de Linch, em pouco mais de uma dúzia de linhas o Carlos Flórido escreveu o que muitos de nós, apaixonados pelo Ciclismo, pensamos. Tal e qual.
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Eu, com menos juízo, em vez do 'suicídio' teria sido bem capaz de escrever... 'assassínio' do Ciclismo.

Admirador confesso da História Universal, com uma certa predilecção pela Idade Média, é enorme a tentação que sinto em comparar o que vem a passar-se com o Ciclismo com aquilo que a 'insana Inquisição', com a igreja a assobiar para o lado, prepertou no Século XVI. Bastava um tipo qualquer estar de mal com o vizinho, procurava o Torquemada lá do sítio e denunciava-o como feiticeiro ou bruxa... o final era o mesmo, ardia, vivo, numa pira fe fogo.
Já não se vai tão longe mas, salvaguardando as devidas diferenças - e apesar ainda não valer pena de morte, pese embora a prisão já esteja prevista - a Informação globalizada tem muito mais impacto. Os 'autos de fé', porque individualizados, pouco mais longe iriam do raio de influência do local onde eram consumados. Numa pequena aldeia, talvez, talvez... até às aldeias mais próximas... e levava tempo a chegar.

Hoje a notícia corre mais rápido que o movimento da terra, escreve-se e divulga-se em todas as línguas. No centro do alvo... um nome; um Homem.

E tem vindo a ser assim desde há pouco menos de dez anos para cá.

Os argumentos do acusado são sempre... desculpa!
E isto revela o preconceito que se instalou e vinga: os Corredores são todos uns dopados.


(Faço um parentisis: como posso ter eu a certeza de que uma Brigada Médica, digamos... da ADoP, vai mesmo a casa de um Corredor? Leva papel que será assinado... Ok., agora, pressuponhamos que vêm a minha casa; tocam à campaínha. Eu, estando ou não, abro ou não a porta. E depois? O Pedro Lopes garantiu que estava em casa numa das datas em que foi acusado de faltar a um controlo. Quem me impede de pensar que... pura e simplesmente, a Brigada Médica não chegou a ir ao seu destino? Vão à tasca da esquina... náaaa, não vou dar ideias de borla!)

Mas foquemo-nos neste caso concreto do Alberto Contador.
(E porque é que eu escreveria assassínio em vez de suicídio...)

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Tal como o Carlos escreve, em ano de definitivo adeus de Lance Armstrong - e ele foi, até agora, suficientemente Homem para guardar para si o 'segredo' que todos adivinhamos: só voltou ao Tour a CONVITE (mesmo que sigiloso e a obrigar a silêncio eterno), para SALVAR a prova raínha do Ciclismo Mundial.

Para que hei-de estar eu com 'rodriguinhos'... para SALVAR a organização e a própria UCI.


Voltou integrado na mesma equipa daquele já já dera indícios de ser o único a poder batê-lo. E perdeu. Um Campeão não sai assim... no ano seguinte criou a sua própria equipa e voltou à prova. Já não perdeu por ter estado parado demasiado tempo mas porque os anos pesam e o adversário era de valor. Era Alberto Contador.

Voltou a perder. 'Dever' cumprido, há dois anos, reconhecimento de que o seu tempo passou, o ano passado... Armstrong disse adeus.

E o que fazem a Contador? Envolvem-no numa história que terá - teria, se a opinião pública, no Ciclismo 'pesasse' tanto como no Futebol, não que não se tenha feito ouvir - de ser muito bem explicada.

É que há tantas pontas soltas que eu não consigo visualizar de que forma pretendem atar este nó à volta do Contador. E não nos esqueçamos da primeira regra do Direiro 'in dubia pro reo'.

O espanhol foi 'apanhado' depois de uma recolha para controlo ter sido enviada para o ÚNICO laboratório do Mundo que consegue atingir um algarismo, que não o ZERO, depois deste, sequido de vírgula, ser seguido por um notável 'pelotão' de outros zerinhos. Creio que foi depois de nove zeros após a vírgula que encontraram um algarismo não redondo... e é nisso, nesse resultado, que assenta toda a acusação que levou à já divulgada suspensão ainda que passível de recurso...

Alberto Contador explicou que o produto detectado, mais fundo do que aquilo que os mineiros chilenos ficaram presos, só podia ser derivado à contaminação de algo que comera.

E todos sabemos como é que aos animais, cuja carne consumimos, os engordam até ao matadouro num terço do tempo em que, normalmente, coitados, poderiam andar a pastar nos campos. Todos menos, aparentemente, os doutores das agências anti-doping.

Mais... o responsável pela compra da carne, em Espanha, no País Basco, aproveitando uma etapa do Tour que terminava perto da fronteira franco-espanhola, não comprou um bife para o Alberto Contador. Comprou uma peça de carne para servir ao jantar da equipa.

Alguém leu, ou ouviu que outros Corredores - mesmo que não tenha, na altura, sido controlado - tivesse sido chamado para, voluntariamente, se sujeitar ao mesmo teste? Ok, 0,00000000000x não deve ser coisa fácil de descobrir um mês, mês e meio depois...

E um saltinho a Espanha, ao mesmo talho a comprar carne do mesmo fornecedor?...
Se os bichos são engordados com... 'potenciadores de massa moscular', não terá sido apenas aquele que, coitado, acabou grelhado no prato de Contador.

Pois, não há autoridade ant-doping com poderes para ir ao talho, comprar (quer dizer, para isto não são preciso poderes, basta ter um cartão de crédito) mas depois usar os resultado de análises à carne.

Mas disto... dependia, não só o Bom Nome como a Inocência, não de um atleta, mas de um Homem!

Os 'polícias sanitários' do Desporto, com inegável maior e mais picuinhas actividade para quando em causa estão Corredores de Ciclismo, são os Torquemadas do presente. Quantos mais corpos 'incenerados' teremos?

- Deixo uma sugestão, os inspectores anti-doping podiam muito bem ser suporte de publicidade que ajudaria, não digo a instituição que representam, que já é paga por todos nós com os nossos impostos - mas, pelo menos, as organizações. A ServiLusa era capaz de estar interessada...

E, tirando este texto do Flórido... só vejo telexes 'picados'...

domingo, janeiro 23, 2011

ANO VI - Etapa 15

E ESTA, HEIM?!!!!
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(vejam aqui...)

ANO VI - Etapa 14

AINDA AS ELEIÇÕES PARA A FPC...

Declaração de interesse: Tenho uma profissão directamente ligada à Informação, contudo, seja, ou não, do meu agrado, perante dados concretos - e uma vez mais volto a frisar que o 'administrador' deste espaço cibernáutico é, somente, o cidadão Manuel José Madeira (se me sujeitasse a um qualquer factor de pressão como me libertaria depois de todos os outros?) - jamais me coibirei de os interpretar e sobre eles escrever.

(Infelizmente, é isso o que cada vez falta mais na CS que temos...)

Isto, primeiro para me congratular que, e em relação às eleições para a FPC, numa meia dúzia de horas ter contribuído para a reposição da verdade e ter colocado nos 36,3 (e não 39,4%) o resultado - 24 votos a favor, num universo de 66 ( 26 votantes) - a lembrar a 'democracia' soviética (de 92,3%) dada à vitória do dr. Artur Moreira Lopes no passado sábado.
Li a primeira notícia na edição electrónica de A BOLA...
Fiz as contas, emendei e, felizmente, hoje, na edição em papel já tinha corrigido.
Não é culpa do meu Jornal! (e também não posso garantir que a emenda tenha tido como origem o meu artigo, aqui...), mas atenção às versões 'oficiais' dos 'gabinetes de Imprensa'.
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A propósito, o 'porta-voz' oficial da FPC é um fulano que de jornalismo percebe nada, e de Ciclismo ainda menos. Belo Padrinho, heim?!!!!

E, sem maldade, rio-me a pensar no que pensará o até agora (que parece que é mesmo oficial) ad-eternum 'porta-voz' não oficial?...
Com toda a sua experiência, deixou que lhe passassem a perna.
Aliás, posso acrescentar mais...

A FPC está, finalmente - espero que não se esqueçam da lista dos seus presidentes porque não a encontrei em lado nenhum - a 'arrumar' o seu espólio de informações.
Esta é a informação séria.
A parte para nos rirmos é que é um tipo que nada percebe de Ciclismo e dificilmente poderá alinhavar duas linhas da História da modalidade que está à frente do projecto.
Sim, é esse tal 'porta-voz' oficial... que tem um sítio na net a que chama 'Jornal'...
... que deu ao dr. Artur Lopes a 'estanilesca' vitória de 92,3%...
lá, no sítio que é o seu 'quarto e brincar'.
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Aqui, se bem que o espaço seja predominantemente de Opinião... também consigo outras informações...

Querem saber? Ok... eu partilho convosco...
Quem votou (para a Direcção houve dois votos em branco!...) e quem esteve presente...







Para verem a lista, basta clicarem que abre numa janela nova, bem legível!...









sábado, janeiro 22, 2011

ANO VI - Etapa 13

VENCEU LEGITIMAMENTE, PARABÉNS.
AGORA QUE ACEITE QUEM O POSSA AJUDAR
(A família do Ciclismo está dividida...
e mostrou-o claramente)

Começo com uma rectificação. Escrevi na Etapa anterior que a FPC ia a votos para quadro (de quatro anos) do próximo Ciclo Olímpico. A Lei de Bases assim o obriga, mandatos coincidentes com os ciclos olímpicos.

Agora, é verdade, quem é que não sabe que os próximos Jogos serão no próximo ano, em Londres? Logo, a minha tentativa de fazer ironia foi de todo aparvalhada. Quem nunca errou que me atire a primeira pedra!

O dr. Artur Lopes vai apenas cumprir os dois anos que faltam para o fecho do Ciclo Olímpico. Ok.

Mas não era obrigado a isso. Como depois já não vai poder concorrer, e como, todos sabemos, mesmo fora do palanque continuará a 'aconselhar' o seu já anunciado delfim, bem que podia tê-lo posto já a cumprir o tirocínio... Teria lógica.

Agora vamos a factos.

Como se processam as eleições nas diversas federações que respeitam a Lei de Bases do Desporto aprovada 'há séculos' pese embora ainda haja 'irredutiveis' Lourenços Pinto que não vêem, não ouvem, mas não se coibem em falar julgando que ainda estão nos tempos dos famigerados 'chitos'?

Tendo em conta o número de filiados que representam, e respeitando o rácio previsto na Lei, associações distritais/regionais, associações de Corredores, de Treinadores (no Ciclismo não há). de Organizadores (no Ciclismo não há) e de Árbitros elegem na devida proporção delegados que, esses sim, terão, em nome dos que representam, direito a votar.

Foram eleitos, para o acto eleitoral que hoje decorreu - quase 'clandestinamente', não por culpa da FPC mas por falta de informação ao público - 66 delegados com direito a voto.

Desses... apenas 26 votaram. Não sei pormenores...

Continhas feitas, e a matemática é uma ciência exacta, apenas 39,4% dos putativos votantes o fizeram. Quatro em cada dez, arredondando.

Dos 26 que depositaram o seu voto na urna, dois votaram contra ou nulo, ou em branco, daí que a percentagem 'esmagadora' com que o dr. Artur Lopes foi reeleito - 92,3% - mão valham mais do que 36,3% do universo de eleitores. Pouco mais do que um em cada três.

E é assim que os resultados devem ser lidos. Dos 66 delegados com poder para votarem, apenas 24 deram o seu amém à continuidade do dr. Artur Lopes. Tendo em conta que a Lista para a Direcção contém OITO nomes... que, naturalmente votaram neles próprios, sobram 16!

É mais do que evidente que a Família do Ciclismo está estilhaçada. E não vejo como dar a volta a isto quando o que se nos depara será uma solução monárquica, com um 'herdeiro' há muito escolhido na primeira linha à sucessão.

A não ser que haja uma grande revolução. A todos os níveis.

ANO VI - Etapa 12

OLHA A GRANDE NOVIDADE
NO QUE RESPEITA AO CANDIDATO
NAS ELEIÇÕES DA FPC!...

Surpresa!
Confesso que estava convencido que, à luz da Lei de Bases para o sector desportivo, o doutor Artur Moreira Lopes não podia ser mais candidato à Direcção da FPC. Está lá desde 1983. Há 18 anos, portanto. Mas, eis que hoje me surge a notícia de que a única lista que vai apresentar-se a sufrágio, amanhã, sádado, dia 22, é liderada por... Artur Moreira Lopes.

Lá ficou para trás a renovação. Que todos adivinhávamos não seria mais do que a evolução na continuidade. Aliás, e não fui eu que o escrevi mas li, nos novos Órgãos Sociais da FPC passaria a haver uma nova figura. A do Presidente Honorário. Obviamente... o dr. Artur Moreira Lopes.

Mas vamos ao que interessa.

Só hoje li que, afinal, o doutor encabeça a única lista concorrente às eleições para o próximo Ciclo Olímpico (quatro anos)... a grande alteração na eterna lista que ele sempre liderou prende-se com a saída do engenheiro Macário Correia de presidente da mesa da Assembleia-geral.

Apesar da minha enorme estima - porque nunca confundi relacionamentos pessoais com naturais confrontos institucionais - pelo Francisco Manuel Fernandes mas, não só estou convencido que o eng.º Macário Correia é uma grande perda para o Ciclismo nacional, como acho que o Francisco Manuel Fernandes podia ser mais importante num outro qualquer cargo.
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Deixemo-nos de devaneios.
O objectivo desta Etapa é mesmo sublinhar o retiro, quase em cima da hora, do apoio da Associação de Ciclismo do Minho, hoje por hoje, a voz mais honesta em relação ao estado do Ciclismo português, sem temer o facto de, anteriormente, o ter dado à lista de Artur Lopes.

Até por isso.
Por ter 'lá estado' mas, essencialmente por, como vem a ser desde há muito, coerente com os seus princípios.

Já espreitei os jornais desportivos que vão sair durante a madrugada...
Só um tem, na edição electrónica, o que não quer dizer que venha a sair em papel - como não quer dizer que não saia em papel naqueles que na inteernet ignoraram o comunicado da associação minhota - a posição da ACM que até me chegou a mim...

Sem quaisquer espécie de comentários, e na eventualidade de todos falharem... eu, que já quase tinha atirado fora a chave deste espaço não quero deixar - porque eles também contam comigo - de tornal público o porquê de a ACM ter, quase em cima da hora, tretirado o apoio à lista de Artur Lopes.

Tenho a certeza que outros, várias vezes 'enganados'... não só não retiraram o seu apoio como jamais teriam a coragem de o fazer. Infelizmente.

sábado, janeiro 01, 2011

ANO VI - Etapa 11

AO MEU VELHO QUERIDO MESTRE

Nem David Blanco, nem Marco Chagas! O verdadeiro recordista da Volta a Portugal é Guita Júnior, jornalista, com 81 jovens anos e 49 Voltas.

Sim!... 49 Voltas a Portugal.

Eduardo Guita Júnior conta, no seu currículo, com 49 Voltas a Portugal, mais de metade daquelas que já se realizaram.
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Na edição 73.ª, a cumprir este ano, completará – e um enorme ‘pelotão’ de Amigos assim o deseja - 50 Voltas ao lado (ou à frente) do pelotão.

O próprio diz ter ‘vergonha’ de dizer o número de vezes que já fez a maior prova velocipédica do País, às quais soma mais 18 Tours, 16 Vueltas e 1 Giro.

Curriculo inultrapassável. Uma Vida dedicado ao ciclismo.

Em 1949, por puro acaso, ainda jovem foi enviado para acompanhar a prova para o jornal onde então trabalhava. Gostou. Rendeu-se. Está a apenas a meses de completar as bodas de ouro…

(Este texto, editado, tem como base um artigo da Inês Henriques, que ainda trabalhou comigo em ‘A Capital’ e publicado no dia 17 de Agosto do ano passado no portal Sapo Desporto; a foto tem a mesma origem)
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Aconteceu por aqui um mal entendido, do qual, como é óbvio, o único culpado sou eu...
Deixo um apelo aos meus amigos... (não se esqueçam!):
no próximo dia 22, quando, aí sim, o Senhor Eduardo Guita Júnior, algarvio de Olhão, cidadão de Todo o País porque Todas as Estradas Percorreu ao Serviço do Ciclismo, completará então, o seu 82.º Aniversário... vou, de véspera, abrir um tópico e gostava que todos lhe dessem os parabéns.
Muitos não o conhecerão pessoalmente - ignorar o seu trabalho já é mais grave - mas façam-me a vontade. Antecipadamente agradecido...
Faça-se-lhe justiça - ao contrário de outros (muitos outros) - o Guita não 'tirou' um cruzado-furado ao Ciclismo.
É verdade!
Se há alguém, da idade dele (ou mais novo e vivo) de quem podemos dizer que 'só' deu ao Ciclismo... é ele.
De Jornalista a organizador (da Volta a Portugal também...), nao há, no Ciclismo, ninguém que se aproxime sequer à sombra do Guita Júnior.
(Entretanto, volto a pedir desculpa pela minha imperdoável falha
- tem uma explicação, que lhe dei, a ele Guita -, mas assumo perante todos vós a minha falha.)