
DE VISEU À SENHORA DA GRAÇA
Viseu-S. J. Madeira, 157,3 km
Gondomar-Alto de St.ª Quitéria, 156,5
Santo Tirso-Fafe, 150,2 km
Celorico-Sr.ª da Graça, 192,7 km
A parte final da 1.ª semana de corrida é dura. Primeiro, na tirada que sai de Viseu há que passar pela Serra do Caramulo – a primeira das 6 contagens de 2.ª Cat. da corrida – mas antes disso há a primeira meta volante do dia em Oliveira de Frades. Em Águeda estará instalada a 2.ª e a 3.ª é em Oliveira de Azeméis. Esta é a primeira de duas etapas que acabam em circuito. Depois de uma primeira passagem por S. J. Madeira, ainda há a tal meta volante de Ol. Azeméis e a última dificuldade do dia, a passagem pelo Codal (PM de 3.ª Cat.) a menos de 8 km do final da etapa.

A etapa Santo Tirso-Fafe é a 2.ª mais curta da Volta mas, se começa a rolar, sem grandes problemas, passando a 1.ª meta volante do dia, em Rondufe, voltamos ao sobe-e-desce com uma contagem para o prémio da montanha de 3.ª Cat. a abrir, e depois mais dois de 2.ª Cat., com as metas volantes de S. Bento da Porta Aberta e Vieira do Minho pelo meio. Esta etapa também termina só à segunda passagem dos corredores pela meta, na Rua 25 de Abril, sendo o circuito final de cerca de 8 km.
E vem o dia de descanso, imediatamente antes da etapa rainha, a que, sensivelmente igual à do ano passado, terá final no alto do monte Farinha, junto à Ermida da Sr.ª da Graça.
É a mais longa das 10 etapas, nos seus 192,7 km, apesar de ter menos 4,1 km que a versão de 2005. Mas lá estarão as 4 contagens para o prémio da montanha na Portela de Santa Eulália (3.ª Cat.), Barragem do Alvão, Alto do Viso e a chegada à Sr.ª da Graça, todas de 1.ª Cat.. As metas volantes estarão colocadas em Paredes do Alvão, à primeira passagem por Celorico de Basto e depois em Mondim de Basto.
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